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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

HEITOR FÉRRER PEDE EXPLICAÇÕES SOBRE CUSTO DE REVISÃO DE HILUX DO RONDA

"Segundo o parlamentar, baseado nos extratos de contratos publicados no Diário Oficial, a manutenção de cada veículo está saindo por cerca de R$ 28 mil somente com revisão preventiva e corretiva.

O deputado Heitor Férrer (PDT) anunciou, nesta quarta-feira, 21, que vai encaminhar requerimento endereçado ao Governo do Estado para solicitar explicações sobre os custos de revisão das camionetes Hilux do programa Ronda do Quarteirão. Segundo o parlamentar, baseado nos extratos de contratos publicados no Diário Oficial, a manutenção de cada veículo está saindo por cerca de R$ 28 mil somente com revisão preventiva e corretiva.

Para o deputado, esse valor se constitui em um “verdadeiro abuso” ao contribuinte, o qual tem uma série de outras demandas que não foram atendidas por falta de recursos. Ao mesmo tempo, lembrou que veículos estão sendo destruídos porque as camionetes não são projetadas para perseguições policiais e os condutores não estão habilitados para dirigir nessas condições.

Diante da inabilidade dos motoristas, Heitor Férrer observou que o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Monteiro, determinou que os veículos do Ronda não podem mais ultrapassar a velocidade de 60 km por hora, para evitar novos acidentes. “Cai totalmente por terra a tese de que os veículos deveriam ser possantes e automáticos para que pudessem desenvolver altas velocidades e o motorista atirar com um mão enquanto dirigia com a outra, como foi defendido aqui na Assembleia”, observou.

Heitor Férrer disse que, conforme o extrato de contrato publicado no Diário Oficial, a revisão anual de 184 veículos custou aos cofres públicos R$ 5 milhões, com uma despesa de aproximadamente R$ 28 mil por carro. “Isso não existe no mundo material. E quando a mensagem do Governo foi votada na Assembleia, falavam que havia uma garantia de três anos para todas as Hilux, sem nem um custo adicional”, recordou."


(Fonte: Portal O Povo e O Estado)

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