CIVITATE - INCENTIVADORES

domingo, 12 de julho de 2015

FIM DO SEMESTRE




Concluímos as atividades do magistério no semestre 2015.1. Realizamos as correções das monografias dos formandos ansiosos pela colação de grau.

Julho = Férias!

terça-feira, 31 de março de 2015

FELIZ PÁSCOA

A palavra Páscoa vem do hebreu, e significa a passagem. É a maior festa cristã, pois é nessa data que se celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
 
Depois de ser crucificado e morrer na cruz, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde permaneceu por três dias, até sua ressurreição. Esse momento onde Jesus ressuscitou é que dá o verdadeiro significado para a Páscoa.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

FORTALEZA E A VIOLÊNCIA


Ainda atônitos com o título de 7ª cidade mais violenta do mundo, matérias jornalísticas vêm dominando a mídia esta semana, dando conta da divulgação por parte do Governo Federal, da 5ª edição de levantamento elaborado pelo Programa de Redução da Violência Letal (PRVL), onde apareceu nossa querida cidade de Fortaleza como a capital com mais homicídios entre jovens no Brasil.

Por outro lado, lemos em jornais da Capital no dia de hoje, que o Ceará e Israel dialogam sobre novos acordos bilaterais. Uma das áreas de interesse é segurança pública.

Várias são as causas da violência:

  • Abandono da prevenção e a priorização de programas de governantes ao invés de programas de Estado
  • Aspectos Biopsicossocial
  • Ausência de Fiscalização e gestão do policiamento
  • Baixo nível de participação e cultura política
  • Banalidade da Violência
  • Burocracia
  • Capitalismo selvagem e o consumismo exagerado e supérfluo
  • Centralização administrativa
  • Corrupção
  • Desagregação e Desajuste Familiar
  • Descontrole de Fronteiras e Divisas
  • Desmantelamento da Estrutura Policial
  • Desordem Urbana
  • Discriminação e Preconceito
  • Drogas
  • Falta de Cidadania
  • Falta de DEUS
  • Falta de Educação
  • Falta de políticas públicas e planejamento
  • Governabilidade provinciana e politicagem
  • Insulamento dos processos de policiamento
  • Impunidade
  • Logística pesada do aparelho policial
  • Miséria
  • Ociosidade
  • Política Motivacional insuficiente para agentes de segurança pública
  • Postura hegemônica de governantes
  • Privatização da Polícia
  • Repressão isolada
  • Sistema carcerário falho
Etc, etc, etc.

As soluções e as propostas minimizadoras também podem compor um dicionário:

  • Arquitetura contra o crime e de posturas imediatas em áreas degradadas
  • Colégios Militares com ensino fundamental/médio para áreas com bolsões de miséria
  • Combate da criminalidade de massa com Segurança Global
  • Controle de natalidade
  • Choque de ordem
  • Desacralização de cultura retrograda
  • Descentralização
  • Desdobramento
  • Escalonamento
  • Fortalecimento familiar
  • Justiça de Instrução
  • Mapeamento Criminal
  • Plano Motivacional de Cargos e Carreira para os integrantes da segurança pública
  • Potencialização da prevenção e aumento da sensação de segurança
  • Retomada dos espaços públicos dominados pelos excluídos e seu amparo, encaminhamento e reinserção social, laboral e afetiva
  • Potencializar a gestão e a fiscalização da segurança - Manager
  • Quebra do TOM – Técnica, Oportunidade e Motivação do crime organizado
  • Revisão das medidas sócio-educativas
  • Revisão do Sistema Processual Penal
  • Revisão do Sistema Carcerário
  • Segurança subjetiva e objetiva conforme a vida social, política, economia e de entretenimento sistêmica da urbe
Etc, etc, etc.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

EDUCAÇÃO E SEGURANÇA


A violência em todo o mundo contemporâneo tem sido um fato de preocupação social relevante que nas últimas décadas tornou-se notória, sendo objeto de estudo aprofundado pela sociedade hodierna.

No Brasil, a violência tem tomado rumos expressivos e preocupantes, principalmente nos grandes centros urbanos, como a cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, que ainda apresenta elevados índices de criminalidade, muito embora tenhamos testemunhado relevantes esforços dos governos para otimizar a segurança pública, e como forma de enfrentar a problemática foi notória a iniciativa da criação do Policiamento Comunitário, da CIOPS, dos Distritos Modelos, do Programa “Ronda do Quarteirão”, e mais recentemente, as Áreas Integradas de Segurança (AISs), através do Sistema de Definição e Gerenciamento de Metas para os Indicadores Estratégicos de Criminalidade no Estado do Ceará, editados pela Lei nº11.558, de 11 de março 2014 e o decreto nº31.448, de 24 de março de 2014.

Por outro lado, não somente o governo, mas a sociedade em geral, tem que entender que o enfrentamento da violência não se resume às questões exclusivas de segurança pública. A violência deve ser enfrentada em amplas frentes, como na amplitude educacional transformadora, buscando colaborar para que a sociedade se desenvolva em bases sólidas que privilegie a ética, a cidadania, a paz social, os direitos humanos, o império da lei, dentre outros importantes vetores.

A educação a ser empreendida para os operadores da segurança, afins e para a sociedade em geral, deve ser entendida como um conjunto sistemático de valores, de conceitos, de procedimentos e de posturas capazes de permitir o pleno engajamento do indivíduo na sociedade, no mundo do trabalho e nas suas atuações participativas e democráticas.

Devem ser evidenciados os processos direcionados à prevenção, à preservação e à proteção dos seres vivos, dos recursos ambientais, naturais e do patrimônio que contribuam para a construção uma sociedade livre, igual, fraterna, sob o foco de uma cultura de paz, dos direitos humanos na amplitude da sua Legislação Nacional e Internacional, no que se refere à concidadania, primando pela dignidade da pessoa e do stutus quo.

Na educação dos profissionais de segurança, afins e da sociedade, há que ser entendido que o envolvimento e a atuação em espaços públicos e privados é primordial para a construção do novo perfil, a fundamentação em competências éticas, legais e técnicas contemplando, ainda, como já foi evidenciado modernamente, o raciocínio lógico, a inteligência social, a capacidade de diálogo, a tolerância e a atuação em equipes multi e interdisciplinares.

Sua dimensão instrumentalizadora não pode ser desvinculada do contexto de sua criação, de sua elaboração e de seu desenvolvimento histórico, econômico, social e cultural, cujas bases serão perseguidas e aperfeiçoadas processualmente num refazer permanente que possibilite uma ação transformadora dos seres humanos e do ambiente.

O processo de educação deve evidenciar que a égide do ser x ter deve ser aferida com frequência, pois as seguranças pública e privada têm fortes compromissos deontológicos que constantemente envolve, dentre outros valores, a honestidade e o espírito de renúncia na preservação de patrimônios, e fundamentalmente na defesa de vidas.

Esses profissionais devem ficar cônscios de que a profissão muitas das vezes impõe o sacrifício pessoal e profissional, como os de serem submetidos constantemente a avaliações, reavaliações, educação, formação e aperfeiçoamento continuado, além de vivências motivacionais, pois muitas das vezes o risco da profissão pode-lhes causar danos, dentre outros, os psicológicos, os físicos e até o sacrifício da própria vida.

Em contrapartida, o governo há que entender melhor os profissionais da segurança e motivá-los na medida das suas expectativas e da realidade republicana.

Todos nós enquanto sociedade teremos que ser sujeitos ativos, e porque não, mobilizados para tal!