CIVITATE - INCENTIVADORES

domingo, 28 de fevereiro de 2010

FGTS PODE SER MONITORADO POR E-MAIL OU CELULAR

"O trabalhador que não quiser ter uma surpresa desagradável na hora de solicitar a aposentadoria ou sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tem hoje condições de acompanhar os depósitos mensais feitos em seu nome pela internet. “O trabalhador é o melhor fiscal do seu dinheiro”, observou um técnico da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a Caixa, só não acompanha a movimentação da conta vinculada do Fundo de Garantia quem não quer. No site criado especificamente para o fundo (www.fgts.gov.br), o trabalhador tem acesso a vários serviços, inclusive com a possibilidade de receber o extrato mensal por e-mail ou por uma mensagem no celular a cada movimentação na conta vinculada.

Para isso, no entanto, é preciso que o trabalhador tenha a senha do cidadão. Para obter essa senha nem é preciso ter o cartão. Basta o interessado comparecer a uma agência da Caixa e cadastrar o número. Com ela, o trabalhador passa a ter à disposição uma série de serviços e acesso ao extrato da sua conta na hora que quiser.

Quem não tem familiaridade com a internet e ainda tem dificuldade de acessar serviços on-line também pode acompanhar os depósitos mensais na conta do FGTS. Basta ter o endereço atualizado na Caixa Econômica Federal. Nesse caso, o trabalhador recebe o extrato a cada dois meses, com os lançamentos feitos na sua conta.

Atualmente, segundo a Caixa, são emitidos 30 milhões de extratos. Cerca de 7 milhões de trabalhadores possuem senhas cadastradas para acesso a informações via internet. Mais de 210 mil pessoas já optaram pelo serviço via mensagem de celular.

Previdência

Na Previdência Social, a facilidade é a mesma. Os segurados podem acessar o extrato de informações previdenciárias por meio do portal do ministério (www.previdencia.gov.br). É preciso, no entanto, ter uma senha fornecida nas agências da Previdência Social. Para obter a senha é necessário agendar o atendimento pela central 135.

O segurado que possui conta corrente no Banco do Brasil tem acesso ao extrato previdenciário nos terminais de autoatendimento do banco. A Previdência promete, para breve, convênio também com a Caixa Econômica Federal. O objetivo, segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é facilitar ao máximo o acesso dos segurados às informações sobre vínculos e remunerações que constam do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

Com base nos dados do CNIS é que a Previdência Social comprova se o trabalhador tem direito a algum benefício e promove o cálculo do seu valor, de acordo com a contribuição recebida. No extrato previdenciário, o trabalhador pode acompanhar, mensalmente, o recolhimento feito pelo empregador. Se constatar algum erro, ele poderá solicitar a correção ou a inclusão de períodos que não constem do cadastro. Para isso, deverá apresentar documentos que comprovem a sua demanda.

O número

7 milhões.

Número de pessoas que recebem informações sobre o saldo por meio de endereço eletrônico na internet."

(Fonte: Vânia Cristino - Correio Braziliense)

Um comentário:

  1. Coronel li no blog jusmilitar e resolvi postar no seu blog.

    quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
    MILITAR NÃO É ESCRAVO

    ESCRAVIDÃO? BASTA! MILITAR É SER HUMANO!

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    O Ministério Público do DF, deu parecer baseado nos direitos sociais previstos no artigo 7, inciso XIII da Constituição Federal - "duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais ...",- alcança também a todos os policiais militares. O relator do processo foi desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa. A interpretação do MP é uma vitória para todos os policiais e bombeiros militares do Brasil. Dessa forma, fica garantido o direito de trabalhar, no máximo, 44 horas semanais. Atualmente diversos PMs trabalham na escala de 24X72, o que corresponde a 48 horas semanais. Tem comandantes de unidades a exemplo da Cia/Ind de Marechal e Paripueira em que o PM trabalha 12x24 totalizando 60 horas semanais, tirando ainda escala extra, ou seja, o policial militar não tem mais os direitos sociais previstos na constituição federal, estão querendo escravizar os soldados, cabos e sargentos em Alagoas, só o Governador não vê o que está acontecendo com a tropa.

    O Batalhão de Choque ultrapassa todas as outras unidades em relação à carga horária imposta aos militares, chegam a tira até 75 horas semanais, isso é desumano. Recentemente aconteceu um fato envolvendo policiais do BOPE, no evento pescinhas de Maceió (evento particular com fins lucrativos). Tenho a certeza que tal fato ocorreu devido ao alto-stress dos profissionais do BOPE, motivados inclusive pela excessiva carga horária que enfrentam hoje. Esses policiais não deveriam estar tirando tal serviço, até porque trabalham em unidade de Operações Especiais. Mas quem vai pagar por todos os erros? Com certeza os PRAÇAS!

    A ASSMAL vai pedir ao Ministerio Público que faça um ajuste de conduta disciplinando os horários nas instituições militares. Já que não há norma reguladora, que faça valer a constituição federal e que seja apurado todos os abusos cometidos contra os praças.

    Alguma coisa precisa ser feita em relação ao trabalho escravo realizado pelos policiais militares em todo Brasil. Em um momento em que se discute segurança pública e o resgate da dignidade para o policial e bombeiro (PEC300) não se aceita mais escalas que não estão em consonância com a legislação vigente, até mesmo porque trabalhamos mais de 12 horas seguidas. Cadê a OAB/AL, Direitos Humanos e a Policia Cidadã do Brasil?

    40 horas Semanais JÁ! (escala de 12 x 48 ou 8 x 32)

    Policial militar você é um homem livre, portanto questione acerca da previsão legal para você trabalhar neste ou naquele evento. Se não houver resposta legalmente fundamentada, vá até o ministério público, e se informe sobre seus direitos e quais providências devem ser tomadas.

    Seja profissional e não escravo.

    Associação dos Subtenentes e Sargentos

    de regina lucia campos da silva santos

    regina.lucia.santos@hotmail.com


    Postado por Jusmilitar às 15:05 0 comentários Links para esta postagem

    Fonte: jusmilitar.blogspot.com

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