CIVITATE - INCENTIVADORES

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

UM POUCO DA HISTÓRIA DA SEGURANÇA PRIVADA

Desde a origem da humanidade, o homem, ainda que por instinto, sempre buscou a sensação por segurança, antigamente conquistada por meio de machados, lanças e pedras pelos denominados "homens da caverna", que formavam grupos para a proteção de suas famílias, buscando também manter a integridade de seus territórios, plantações e bens.

Mas, foi durante o século XIV, na Inglaterra, que surge pela primeira vez a figura do "vigilante". Homens selecionados por serem de grande estatura, hábeis em lutar e no emprego de armas, os quais eram remunerados por seus senhores feudais, que buscavam a proteção de suas terras e propriedades, assim como o controle de seus camponeses.

E, no século XIX, em 1852, com a deficiência do poder publico em garantir a segurança, os americanos Henry Wells e Willian Fargo criaram a primeira empresa de segurança privada do mundo, a WELLSFARGO.

Já, em 1855, Allan Pinkerton, detetive policial de Chicago, resolve criar a PINKERTON's que fazia a proteção das estradas de ferro. E, em 1859, surge no estado norte-americano de Washington, a BRINK's, criada por Perry Brink, que inicialmente fazia proteção de transporte de cargas, e, em 1891, fez o primeiro serviço de transporte de valores.

No Brasil, as primeiras empresas de segurança privada, surgem após a aprovação do Decretos-Lei Nº 1.034, de 09 de novembro de 1969 e Nº 1.103, de 03 de março de 1970, que passaram a regulamentar a atividade de segurança privada no país. Passaram então a exigir que estabelecimentos financeiros fossem protegidas por seus próprios funcionários (segurança orgânica), ou através de empresas especializadas (tercerização).

O objetivo era ajudar a inibir os assaltos a essas entidades, muitas vezes cometidos por grupos políticos esquerdistas, que se utilizavam destas ações para obtenção de recursos para o financiamento de sua causa revolucionária, muito intensa naqueles anos.

(Fonte: Com informações de Gestorseg)

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