
Em entrevista concedida ao Site Miséria, ele chega a levantar suspeitas contra o prefeito Manoel Santana; o seu sobrinho, Felipe Santana; o vereador Roberto Sampaio; e o Secretário de Esporte e Juventude, Aurélio Matias. Ele é diretor do Jornal Sem Nome que ostenta uma linha crítica a atual administração juazeirense. De acordo com Gilvan, nada foi dito pelos homens na abordagem e a sessão de espancamentos começou quando foi posto dentro de um Corola branco de placas HWJ-8602, inscrição de Porteiras. O veículo está em nome de Marcos Pinheiro dos Santos.
O jornalista disse que seguiu em frente tendo uma arma apontada para sua cabeça. A sorte dele é que uma pessoa viu e ligou para a polícia. Imediatamente, uma viatura saiu em perseguição sabendo que o Corola havia partido na direção de Caririaçu. À altura da Vila Três Marias quando o trio percebeu a aproximação da PM, manobrou como se fora retornar para o centro de Juazeiro. Na Avenida do Agricultor, imediações do Sebrae, Gilvan foi atirado para fora do carro e o trio seguiu viagem.
A polícia tratou de socorrer a vítima e, pouco depois, encontrou o Corola abandonado na Rua Mocinha Sobreira Dias, perto da Coelce o qual foi levado para a Delegacia Regional de Polícia Civil. Gilvan deu entrada em uma clínica com suspeitas de costelas quebradas e com a cabeça cheia de lesões feitas, segundo disse, com coronhadas de revólver. Em entrevista exclusiva concedida ao repórter Normando Sóracles, disse porque acusa pessoas ligadas ao prefeito Manoel Santana pelos espancamentos."
(Fonte: Miséria)
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