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quinta-feira, 23 de abril de 2009

PEDREIROS BRITÂNICOS ENCONTRAM GATO "DE 400 ANOS" EM PAREDE

"Pedreiros que trabalhavam em uma reforma numa casa antiga da região de Devon, no sudoeste da Grã-Bretanha, encontraram os restos mortais de um gato que possivelmente tem centenas de anos, escondidos dentro de uma parede.

Os restos do felino, quase intactos, foram encontrado em um dos banheiros da casa no vilarejo de Ugborough na segunda-feira. Richard Parson, o dono da casa, afirmou que o gato será colocado de volta onde foi encontrado.
"Os pedreiros estavam retirando um dos banheiros no andar de cima e este amiguinho apareceu", disse. "Tínhamos uma noção de que havia um gato aqui, havia um mito local, uma lenda de que existia um gato enterrado na casa, mas, claro, não sabíamos onde estava."
"A primeira coisa que pensei foi que não precisávamos (do gato) na casa, mas, na verdade, dá um certo charme ao vilarejo, então vamos colocar de volta", acrescentou.
Parson afirmou que não sabe há quanto tempo o gato estava na parede da casa, mas os moradores do vilarejo alegam que o animal pode ter 400 anos de idade.
Bruxas
Marion Gibson, especialista em folclore e magia na Universidade de Exeter, afirmou que centenas de anos atrás gatos eram colocados nas paredes das casas para afastar a "má sorte".
"Frequentemente os gatos eram colocados nas paredes como um amuleto da sorte. Eles poderiam ser usados para afastar bruxas, mau-olhado, má sorte, insetos ou qualquer outra coisa que pudesse ser vista como ameaça à casa", disse.
"Esta parece ter sido uma prática comum em todo o continente europeu."
Mas o pedreiro Kevin Read, um dos que encontrou o gato, não gostou muito da surpresa. "Acho que não fiquei muito feliz, para ser honesto. Não é algo que você encontra todo dia", afirmou."

(Fonte: BBC Brasil e IG)

MAIS EXECUÇÕES NAS ÚLTIMAS HORAS NA CAPITAL E NO INTERIOR – HOMICÍDIOS NO SÃO MIGUEL E NO BOM JARDIM NÃO DÃO TRÉGUA

CAPITAL

1) Quarta-Feira – 07h41 - HOMICÍDIO A BALA
LOCAL: Rua Tijipió, Couto Fernandes.
VÍTIMA: Alyson P. Menescal.

2) Quarta-Feira – 21h05 - HOMICÍDIO A BALA
LOCAL: Rua Julio Verne, Parangaba.
VÍTIMA: Francisco Y. A. Filho.

3) Quarta-Feira – 22h14 - HOMICÍDIO A BALA
LOCAL: Rua Cosme de Almeida, São Miguel.
VÍTIMA: M. I. I.

4) Quarta-Feira – 23h10 - HOMICÍDIO A BALA
LOCAL: Rua Luminosa, Bom Jardim.
VÍTIMA: Francinaldo F. Silva.

INTERIOR

Hoje

Juazeiro do Norte - "Corpo estrangulado e abandonado próximo ao bairro Frei Damião."
“Um corpo de um rapaz de aproximadamente 30 anos foi encontrado na manhã de hoje, nas proximidades do bairro Frei Damião, com marcas de estrangulamento. Populares que passavam pelo local que liga o Frei Damião ao bairro Lagoa Seca, viram o cadáver ao lado da estrada e acionaram a polícia. O rapaz estava vestido numa bermuda escura e uma blusa preta, com inscrições amarela e algumas fotos.O perito Milton Alencar esteve no local, constatou marcas de estrangulamento e acredita que o crime foi cometido por mais de uma pessoa. Segundo o perito, o corpo já apresentava rigidez cadavérica de mais de seis horas.

No bolso da bermuda foi encontrado um aparelho celular de nº 9908-7807 e nele o registro de várias ligações na noite de ontem e na manhã de hoje.”
Ontem
Juazeiro do Norte - "Mototaxista executado com seis tiros na porta de casa no bairro Antônio Vieira."

“O mototaxisista José José Euclides da Silva, 32 anos, mais conhecido por "Radamés", que contava com várias passagens pela polícia, inclusive por homicídio, foi executado no final da tarde de ontem com seis tiros de revólver calibre 38. Os tiros foram disparados a queima-roupa e a vítima morreu na porta de casa, na presença de familiares. Um tiro atingiu a cabeça da vítima, dois no braço direito e três no abdômen. Testemunhas disseram aos policiais que os autores da execução são os marginais conhecidos pela polícia como "André", "Binha" e "Fábio Calcinha"."Radamés" estava na casa de uma mulher com quem vivia maritalmente e, em dado momento, recebeu a visita dos três acusados, velhos comparsas de crimes, que o chamaram até a calçada. Após uma pequena discussão um deles sacou de um revólver e disparou sem piedade contra a vítima que teve morte imediata. A polícia acredita em "acerto de contas", uma vez que a vítima e seus algozes eram amigos de muito tempo. O serviço reservado da PM entrou em ação e seguiu uma pista que pode levar aos acusados que residem no bairro do Horto.

O perito Milton Alencar esteve examinando o corpo do mototaxisista e constatou que foi mesmo uma execução. Segundo o perito, o crime foi premeditado e a arma estava carregada com balas especiais do tipo rolipoint.”

(Fonte: Central de Notícias)

"CIRO REAGE COM PALAVRÕES A POLÊMICA DAS PASSAGENS - DEPUTADO XINGOU MINISTÉRIO PÚBLICO E FEZ DURAS CRÍTICAS AOS COLEGAS DE PLENÁRIO"

"Depois da polêmica das passagens, denunciada pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), houve muitas reações. A mais indignada delas foi a do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Indignado, Ciro não teve papas na língua ao comentar o assunto, chamando colegas de “babacas” e falando uma série de palavrões.
O deputado negou em plenário que tenha sido emitido passagens de sua cota para que sua mãe fosse aos Estados Unidos. “Trata-se de leviana e grosseira mentira aquilo que foi feito, envolvendo pelo menos o nome de minha mãe, octogenária”, disse.
Muito irritado, ele rebateu os dados passados pelos jornalistas, que creditavam a informação ao Ministério Público. "Ministério Público é o c...! Não tenho medo de ninguém. Da imprensa, de deputados", esbravejou, aproveitando para criticar outros parlamentares, sem citar nomes. "Até ontem era tudo [o uso de passagens] lícito, então por que mudou? É um bando de babaca", disse.
Ciro fez ainda críticas aos colegas que “se dizem do grupo dos éticos, mas dão passagens aos seus parentes", numa clara referência a Fernando Gabeira (PV-RJ). Segundo o deputado cearense, ele não só não usou sua cota para benefício de sua mãe, como devolveu R$ 189mil aos cofres públicos, de 2007 para cá."
(Fonte: TV Jangadeiro, com informações da Folha de São Paulo e O Globo)

PRIVATIZAÇÃO DE BAIRROS É A SOLUÇÃO ?

“VEREADORES DE SP APROVAM CONCESSÃO DE BAIRROS PARA A INICIATIVA PRIVADA”

“A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou nesta quarta-feira por 42 votos a favor e dez contra o projeto de Concessão Urbanística, que autoriza a Prefeitura a transferir para empresas privadas a tarefa de desapropriar imóveis e recuperar bairros da cidade. Os vereadores também aprovaram, pelo mesmo placar, o projeto Nova Luz, que prevê a aplicação do conceito na região da Cracolândia. Uma das grandes apostas do prefeito Gilberto Kassab (DEM) para recuperar áreas degradadas, o projeto agora depende apenas da sua sanção.

Apesar da vitória do executivo, autor do projeto, a oposição conseguiu fazer algumas alterações ao texto original, como o artigo que prevê que cada nova concessão seja aprovada pelo Legislativo. Mesmo assim, o texto final foi criticado pela oposição, que acusa o governo de dar um "cheque em branco" ao setor imobiliário, já que o projeto aprovado não estabelece as contrapartidas da concessionária, que terá incentivos do governo.
- O projeto não especifica quais são os interesses e as obras que a iniciativa privada vai operar. Não queremos aprovar o projeto arquitetônico, mas queremos ter segurança - afirmou o vereador João Antônio, líder do PT na Câmara.

A concessão das áreas dependerá da aprovação de um conselho gestor formado por representantes da sociedade.
- Essa mudança permite que a discussão de qualquer concessão comece no Legislativo. A Prefeitura não poderá fazer estudos ou consultar o mercado antes de saber as diretrizes que a Câmara dará ao projeto - disse José Police Neto, líder do governo.
Apesar de terem conseguido que novos projetos de concessão urbanística passem antes pela Câmara, no projeto Nova Luz, o primeiro a colocar em prática esse conceito, não há detalhamento do que será feito pela iniciativa privada. O texto aprovado pelos vereadores prevê apenas que na região conhecida como "Cracolândia", 40% da área concedida terá de receber obras de interesse social, como moradias populares - mas o número de unidades que a concessionária será obrigada a construir não foi estabelecido pelo projeto.
- Já são quatro anos falando de Nova Luz, mas até agora o projeto não apareceu. Será que a proposta é secreta e só vai aparecer depois que a concessão for autorizada - criticou o vereador João Antônio, do PT.
Também não há no projeto quais serão as contrapartidas que as empresas que se instalarem na região (com incentivos fiscais) terão de oferecer. Para o vereador Carlos Bezerra, líder do PSDB na Câmara, o projeto aprovado é bastante restritivo.
- À Câmara cabe dar as diretrizes gerais, e agora cabe ao Executivo as diretrizes mais específicas. O projeto substitutivo aprovado é muito mais restritivo e acolheu as demandas da sociedade - afirmou minutos antes de o projeto ser votado.

A questão também é criticada por empresários da região da Santa Ifigênia, que temem que o comércio local seja prejudicado com a chegada de grandes investidores. “
(Fonte: Danielle Borges, Diário de S. Paulo e O Globo)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

FUNÇÕES BÁSICAS DE POLÍCIA

"As considerações iniciais deste trabalho se darão pela análise dos conceitos de polícia universalmente aceitos, bem como um breve estudo sobre as funções básicas de polícia.
Segundo o Tenente Coronel PMBA Expedito Souza: "Falar em polícia implica, necessariamente, remeter nossas reflexões às origens da humanidade".
Termo de origem grega, está diretamente associado ao conceito de desenvolvimento dos povos, pelo princípio do estabelecimento da ordem , como fator imprescindível na administração de uma cidade, um país, um povo. Marco Túlio Cícero (106-43 a.C.) a sintetizou: "Ordo Reipublicae".
Na antigüidade, dada a importância capitalizada ao desempenho do exercício de polícia, a sua direção era atribuída aos mais destacados cidadãos, os mais letrados e socialmente preparados ao ponto de ter como dirigentes, na antiga Grécia, personalidades ilustres, a exemplo de Platão (428-347 a.C.) e Aristóteles (384 – 323 a.C.) dentre outros. No Egito dos Faraós, Menés foi o que mais enfatizou o papel e importância da ação de polícia, como suporte necessário ao desenvolvimento dos povos , classificando : "O primeiro e o maior de todos os bens de um povo".

Assim, através dos séculos, a polícia vem exercendo seu papel de agente regulador da vida em sociedade e alvo das mais diversas transformações e aplicações.
Hodiernamente, dentre os diversos autores que se dedicaram ao estudo das Ciências Policiais em nosso país, destaca-se o Coronel aposentado da Polícia Militar do Rio de Janeiro JORGE SILVA, tendo este pesquisador oferecido grandes contribuições através de seus estudos, vindo a registrar em uma de suas obras que as funções básicas de polícia são universalmente consideradas como:
a) policiamento ostensivo - encarregada da prevenção e repressão policial; e,
b) investigação criminal – encarregada da apuração dos delitos.

Segundo o Coronel Jorge Silva : "... todas as polícias no mundo inteiro se organizam de modo a destinar recursos humanos e materiais específicos para tais funções". Para um melhor entendimento destas funções, vejamos os seguintes esclarecimentos: o Policiamento Ostensivo parte do princípio de que a ação ostensiva, visivelmente uniformizada da polícia, inibiria a ação delituosa, prevenindo o cometimento do crime, gerando um clima de tranqüilidade e paz social. Parte do pressuposto que o agente público em patrulhamento ostensivo é a representação material do Estado, agindo como Fiscal da Lei, Mantenedor da Ordem, tutelado pelo Estado, respaldado pela Justiça, referendado pela sociedade e agindo em obediência ao ordenamento jurídico vigente. A conjunção destas circunstâncias constitui-se no principal elemento da prevenção do crime, baseado no princípio da redução da oportunidade de delinqüir. Como já dito, o policiamento ostensivo trabalha em cima da redução de oportunidades e não na sua extinção. Não se afasta a possibilidade do crime ocorrer, e neste instante , haverá a atuação da outra função básica de polícia, qual seja a investigação criminal. Esta é levada a efeito quando o evento criminoso já ocorrera, e visa descobrir os autores dos crimes, levantar provas contra os autores conhecidos, possibilitando a incriminação destes, além de conhecer e acompanhar o movimento dos criminosos profissionais de baixo e alto nível de periculosidade.

É universalmente aceito que estas duas funções básicas (de policiamento ostensivo e de investigação) se complementam e dependem uma da outra, muito embora tenha cada uma suas peculiaridades de princípios e técnicas. A função de policiamento ostensivo, como o próprio nome indica, é visível, marcada por uniformes, símbolos, viaturas padronizadas e desenvolve táticas que propiciem maior visibilidade possível e demonstração de força. Já a função investigativa, aquela de apuração de delitos, ao contrário, é discreta e velada, sendo forte como princípio, ações demoradas e pacientes, no mais das vezes, ações reservadas em que o silêncio e o anonimato representam a principal arma, tudo visando a busca do conhecimento sobre o fato delituoso, sobre o criminoso desconhecido, ou, se conhecido, sobre os dados que possam incriminá-lo.
Como prioridade de políticas públicas na área de segurança, uma ênfase maior se dá numa ou noutra função, dependendo de fatores tais como:
a) os índices de criminalidade de determinado país ou região;
b) os níveis de garantias individuais desfrutado pelos cidadãos;
c) o nível de discricionariedade concedido à polícia, aqui entendido discricionariedade como atributo do poder de polícia e não como arbítrio;
d) o estágio de desenvolvimento cultural e tecnológico do país ou região;
e) o nível de arbítrio do Poder Público do país ou região.
O exercício destas duas funções de polícia se dá de forma diferenciada, de acordo com conceito de Estado de Direito vigente em um País. Em sociedades em que o Estado de Direito é constituído a base de uma democracia sólida, em que os direitos e garantias individuais sejam tradicionalmente exercitados, a solução pela força e pela ação violenta da polícia não prosperam, prevalecendo a função de investigação criminal, como na caso da Inglaterra e Japão, por exemplo.
Em sociedades de governo autoritário, em que os direitos de cidadania não sejam valorizados, as soluções pela força da polícia, pela sua ostensividade, pela sua visibilidade, pelo seu controle da população (a exemplo dos países totalitários de direita e socialistas), terminam por valorizar a função de polícia ostensiva, em detrimento da função de investigação criminal.
O Brasil vive um momento singular na análise desta questão, haja vista ser um país que passou por um período de regime de exceção e agora experimentando a democracia, e com a grande difusão dos meios de comunicação e da própria globalização, vê-se a sociedade exercer na plenitude a sua cidadania, reivindicando seus direitos, não aceitando práticas policiais que não respeitem os direitos fundamentais do cidadão.

Como uma sociedade democrática, entende-se que a sua principal característica é o respeito e garantia aos direitos civis, e a principal evidência desta garantia é o respeito da polícia aos direitos individuais. Provas forjadas, delação, espionagem as quais se constituem práticas comuns em sociedades sob a égide do regime de exceção , não mais se adequam em um regime democrático de direito. Cabe à polícia abandonar tais métodos e passar a exercer suas atividades baseada na legalidade e na ciência, mesclando com a função ostensiva e buscando resultados que possibilitem a sociedade ter assegurada a sua paz social e o respeito aos seus direitos."
(Fonte: PMBA)

BATE-BOCA NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, A ÚLTIMA CORTE DO PAÍS - "MINISTRO JOAQUIM BARBOSA DIZ QUE PRESIDENTE DO STF DESTRÓI CREDIBILIDADE DA JUSTIÇA"


"Durante uma discussão na sessão de hoje (22) do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa criticou o presidente do STF, Gilmar Mendes, responsabilizando-o por supostamente contribuir para uma imagem negativa do Poder Judiciário perante a população.

O bate-boca ficou mais ríspido quando Mendes reagiu à discordância de Barbosa com o encaminhamento dado a uma matéria. Os ministros analisavam recursos contra duas leis julgadas inconstitucionais pelo STF. Uma, tratava da criação de um sistema de seguridade do estado do Paraná, e outra, da permanência de processos de autoridades no tribunal, ainda que os réus perdessem cargos políticos.

“Vossa excelência não tem condições de dar lição a ninguém”, afirmou Mendes. Barbosa respondeu: “Vossa excelência me respeite, vossa excelência não tem condição alguma. Vossa excelência está destruindo a Justiça desse país e vem agora dar lição de moral em mim? Saia à rua, ministro Gilmar. Saia à rua, faça o que eu faço”.

O ministro Ayres Britto tentou colocar panos quentes na discussão, ao lembrar que já havia pedido vista da matéria. Mas não conseguiu. Quando Mendes respondeu a Barbosa, dizendo que já estava na rua, ouviu do colega: “Vossa excelência [Gilmar Mendes] não está na rua não, vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro. É isso. Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite”.

Após novas trocas de acusações, o Ministro Marco Aurélio sugeriu que a sessão fosse encerrada e foi atendido por Mendes. Em seguida, o presidente do STF e alguns ministros iniciaram uma reunião fechada em seu gabinete."

(Fonte: Agência Brasil e IG)

NOTA À IMPRESA NO SITE DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ COMUNICA QUE O CORONEL SÉRGIO COSTA, COMANDANTE DO CPC, FOI EXONERADO

"Fortaleza - CE, 22/04/2009"
"O coronel Francisco Sérgio de Souza Costa deixa o Comando de Policiamento da Capital - CPC. Ele foi exonerado pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto das Chagas Monteiro, que adianta ser a mudança “uma mera ação administrativa”. O nome do substituto ainda não foi definido pelo secretário. Interinamente, assume o subcomandante do CPC, tenente-coronel José Rocha Franco Neto."


(Fonte: http://www.ceara.gov.br e Jornal O Povo)

ESCÂNDALO NO PARAGUAI ENVOLVE O PRESIDENTE ELEITO, QUE É EX-BISPO DA IGREJA: TERCEIRA MULHER AFIRMA TER FILHO COM ELE

"Uma terceira mulher que afirma ter um filho do presidente Fernando Lugo apareceu nesta quarta-feira no Paraguai, em meio a um ambiente conturbado que obrigou o ex-bispo católico a suspender uma viagem a Washington.

"Meu filho Juan Pablo (em homenagem ao papa João Paulo 2º) é fruto de uma relação com Fernando Lugo, mas uma relação impulsionada por um grande amor, de uma entrega total", afirmou Damiana Hortensia Morán Amarilla, 39 anos, ao jornal ABC.

A mulher, que informou ter sido coordenadora da Pastoral Social da Diocese de San Lorenzo, revelou que nunca pensou em denunciar Lugo nem pedir nada porque o filho, de um ano e quatro meses, "é fruto de um amor incondicional".

O presidente reconheceu como filho dele na semana passada o menino Guillermo Armindo, de dois anos, fruto de um relacionamento com Viviana Carrillo Cañete.

A admissão pública da paternidade estimulou uma segunda mulher, Benigna Leguizamón, ex-funcionária da diocese de San Pedro (400 km ao norte de Assunção), a exigir que Lugo reconheça o filho Lucas Fernando, de seis anos.

A terceira mulher que afirma ter um filho do presidente paraguaio trabalha atualmente como diretora de uma creche em Capiatá, uma área pobre nas proximidades da capital do país. Ela afirma ser divorciada há cinco anos, depois de um casamento de 17 anos no qual teve dois filhos, hoje com 21 e 20 anos.
Damiana declarou que decidiu revelar sua relação com o presidente "somente para que se saiba a verdade".
Ela reiterou que não solicitará nada do ex-bispo católico, nem o sobrenome, porque segundo ela "há grandes interesses de grupos mafiosos que querem tergiversar e desviar"."
(Fonte: IG)

ÍNDIOS MONTAM DELEGACIA PRÓPRIA EM ALDEIA NO AMAZONAS

"Indígenas da etnia ticuna decidiram combater o crime com as próprias mãos e criaram há quatro meses uma delegacia na aldeia Umariaçu, em Tabatinga, cidade a 1.105km de Manaus. Vestindo fardas desenhadas pelos próprios índios, os “policiais” usam palmatória, chicotes e cassetetes para reprimir a violência local. Os detidos são levados para uma prisão de 1,5m². Nos uniformes, há um logotipo — dois cassetetes e um facão — e a inscrição Serviço de Proteção ao Índio (SPI). “Estavam cansados da omissão do poder público e resolveram tomar a iniciativa para proteger sua gente e suas terras”, defende o dirigente da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Jecinaldo Sateré.Na semana passada, Jecinaldo foi a Tabatinga para reunir-se com pajés da aldeia Umariaçu. “Pediram apoio para a delegacia e ontem (segunda-feira) encaminhamos a carta com o pedido ao Ministério da Justiça e ao governo do Amazonas”, conta.
Os indígenas convocados para integrar a polícia na aldeia são ex-soldados do Exército e usam essa experiência para coibir o crime. Com o avanço do alcoolismo na aldeia, aumentou o envolvimento com drogas e violência.Dentro da aldeia, foi proibida a entrada de bebidas alcoólicas desde a criação da delegacia. Os 60 “policias trabalham em três turnos e também fazem serviço de ronda na área da aldeia, controlando o fluxo de veículos e de pessoas que entram e saem. “Eles (os índios) têm um levantamento que mostra uma queda em 80% dos crimes causados especialmente por embriaguez, no balanço desses quatro meses de delegacia”, destaca Jecinaldo."

(Fonte: Correio Braziliense)

DESCOBRIMENTO DO BRASIL: PEDRO ÁLVARES CABRAL ou VICENTE YÁÑEZ PINZON ?

"No dia 22 de Abril, de modo que não se sabe com certeza se foi acidental ou já premeditado - embora as recentes pesquisas historiográficas demonstrem que os portugueses tinham, no mínimo, alguns fortes indícios de haver terra no outro lado do Atlântico (graças à carta da viagem de Vasco da Gama), avistou-se terra chã, com grandes arvoredos: ao monte. Ao grande monte, Cabral batizou de Monte Pascoal e à terra deu o nome de Ilha de Vera Cruz — posto que não se pensava ser uma terra muito extensa; depois, descobririu-se ser um continente, denominaram-na Terra de Santa Cruz (hoje Porto Seguro , no Estado brasileiro da Bahia ). Aproveitando os alísios , a esquadra bordejou a costa baiana em direção ao norte, à procura de uma enseada, achada afinal pouco antes do pôr-do-sol do dia 24 de abril, em local que viria a ser chamado Baía Cabrália. Ali permaneceram até 2 de maio, quando rumaram para as Índias, cumprindo finalmente seu objetivo formal de viagem, deixando dois degredados e dois grumetes que desertaram."

A CHEGADA EM VERA CRUZ (BRASIL)

"No dia 24 de Abril Cabral recebeu os nativos no seu navio. Então, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pero Vaz de Caminha, recebeu o grupo de índios que reconheceram de imediato o ouro e a prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — o que fez com que os portugueses inicialmente acreditassem que havia muito ouro naquela terra. Entretanto, Caminha, em sua carta, confessa que não sabia dizer se os índios diziam mesmo que ali havia ouro ou se o desejo dos navegantes pelo metal era tão grande que eles não conseguiram entender diferentemente. Posteriormente, provou-se que a segunda alternativa era a verdadeira.
O encontro entre portugueses e índios também está documentado na carta escrita por Caminha. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheceram os animais que traziam os navegadores, à exceção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho, os quais os índios rejeitaram. A curiosidade tocou-lhes pelos objetos não reconhecidos - como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objetos reconhecidos - os metais preciosos. Fez-se curioso e absurdo aos portugueses o fato de Cabral ter vestido-se com todas as vestimentas e adornos os quais tinha direito um capitão-mor frente aos índios e estes, por sua vez, terem passado por sua frente sem diferenciá-lo dos demais tripulantes.

Os indígenas começaram a tomar conhecimento da fé dos portugueses ao assistirem a Primeira Missa, rezada por Frei Henrique de Coimbra, em um domingo, 26 de abril de 1500. Logo depois de realizada a missa, a frota de Cabral rumou para as Índias, seu objetivo final, mas enviou um dos navios de volta a Portugal com a carta de Caminha. No entanto, posteriormente, com a chegada de frotas lusitanas com o objetivo de permanecer no Brasil - e a tentativa de evangelizar os índios de fato -, os portugueses perceberam que a suposta facilidade na cristianização dos indígenas na verdade traduziu-se apenas pela curiosidade destes com os gestos e falas ritualísticos dos europeus, não havendo um real interesse na fé católica, o que forçou os missionários a repensarem seus métodos de conquista espiritual."

OS POVOS NATIVOS

"Quando da chegada ao Brasil pelos portugueses, o litoral baiano era ocupado por duas nações indígenas do grupo linguístico tupi: os tupinambás, que ocupavam a faixa compreendida entre Camamu e a foz do Rio São Francisco; e os tupiniquins, que se estendiam de Camamu até o limite com o atual Estado brasileiro do Espírito Santo. Mais para o interior, ocupando a faixa paralela àquela apropriada pelos tupiniquins, estavam os aimorés .
No início do processo de colonização do Brasil , os tupiniquins apoiaram os portugueses, enquanto seus rivais, tupinambás, apoiaram os franceses, que durante os séculos XVI e XVII realizaram diversas ofensivas contra a América Portuguesa. A presença dos europeus incendiou mais o ódio entre as duas tribos, ódio relatado por Hans Staden, viajante alemão, em seu seqüestro pelos tupinambás. Ambas as tribos possuíam cultura antropofágica com relação aos seus rivais, característica que durante séculos não fora compreendida pelos europeus, o que resultou na posterior caça àqueles que se recusassem a mudar esse hábito."
PEDRO ÁLVARES CABRAL

"Confirmando o sucesso da viagem de Vasco da Gama no âmbito de encontrar um novo caminho para as Índias - visto que o Mediterrâneo se encontrava sob posse dos mouros, o Rei D. Manuel se apressou em mandar aparelhar uma nova frota para as Índias, frota esta ainda maior que a primeira, sendo composta por treze embarcações e mais de mil homens. Pela primeira vez liderava uma frota um fidalgo, Pedro Álavres Cabral, filho de Fernão Cabral, alcaide-mor de Belmonte.
Estima-se que a armada levasse mantimentos para cerca dezoito meses. Pouco antes da partida, el-Rei mandou rezar uma missa, no Mosteiro de Belém, presidida pelo bispo de Ceuta, D. Diogo de Ortiz, em pessoa, onde benzeu uma bandeira com as armas do Reino e entregou-a em mãos a Cabral, despedindo-se o rei do fidalgo e dos restantes capitães.
Vasco da Gama teria tecido considerações e recomendações para a longa viagem que se chegava: a coordenação entre os navios era crucial para que não se perdessem uns dos outros. Recomendou então ao capitão-mor disparar os canhões duas vezes e esperar pela mesma resposta de todos os outros navios antes de mudar o curso ou velocidade (método de contagem ainda atualmente utilizado em campo de batalha terrestre), dentre outros códigos de comunicação semelhantes."

A VIAGEM

"Conforme relatam os cronistas da época, zarpou a grande frota de treze navios do Restelo a 9 de Março de 1500, com o objetivo formal de novamente tentar atar relações comerciais com os portos índicos de Caleute, Cananor e Fofala, uma vez que Vasco da Gama havia sido, na primeira tentativa, absolutamente desastroso, chegando a ser ridicularizado pelos governantes locais dadas as péssimas condições em que os portugueses se encontravam no desembarque. Neste mesmo aspecto diplomático, a viagem de Cabral também mostrou-se um grande fracasso, sendo que Portugal ainda demoraria mais algumas décadas até conseguir uma relação comercial com esses portos.
Pelo dia 14 do mesmo mês já encontravam-se nas Canárias e no dia 22 chegavam a Cabo Verde. No dia seguinte desapareceu misteriosamente o navio de Vasco de Ataíde."

POLÊMICA

"No ano 2000, comemorou-se o aniversário de 500 anos do Descobrimento do Brasil, o que provocou muita polêmica em redor da data. Para muitos, a comemoração implicaria que a história do Brasil completou o quinto centenário no ano 2000, uma perspectiva vista como eurocêntrica, pois parte do princípio de que apenas com a chegada da esquadra de Cabral teve início o processo histórico nas terras que hoje formam o Brasil, desconsiderando os povos nativos."

VICENTE YÁÑEZ PINZON

"Vicente Yáñez Pinzon, navegador espanhol, partiu do porto de Palos de la Frontera no Sul da Espanha, a 19 de novembro de 1499. Em janeiro de 1500 alcançou a costa brasileira, tendo avistado um cabo que denominou como Santa Maria de la Consolación, tendo desembarcado na que é identificada atualmente como praia do Paraíso, no Cabo de Santo Agostinho, Estado de Pernambuco. O navegador prosseguiu em sua viagem e, em fevereiro, alcançou a foz do rio Amazonas, que batizou como Mar Dulce.
O seu primo, o navegador espanhol Diego de Lepe, teria atingido a costa brasileira em março de 1500.
As viagens de jéssica, assim como a chegada de ambos ao Brasil não constam da maior parte pelos termos do Tratado de Tordesilhas (1494), as terras descobertas por ambos pertenciam, de fato, a Portugal.
Mas existem probabilidades de que mesmo esses navegadores não tenham sido os primeiros europeus a desembarcar em terras brasileiras.
Já em 1325 circulavam em Portugal lendas e mapas sobre uma terra assinalada como Hy-Brazil situada além-mar.
Na disputa com a Espanha por novas terras, os portugueses realizam expedições sigilosas, denomiadas de "arcanos". Assim, há relatos de que João Coelho da Porta da Cruz e Duarte Pacheco Pereira teriam estado na costa do Brasil, respectivamente em 1493 e 1498.
Sem se lançar na questão da intencionalidade do descobrimento, Capistrano de Abreu, nos seus Capítulos da História Colonial, afirma:
"Seguindo a corrente do Sul, os portugueses, induzidos a amarrar-se à procura de ventos mais francos para dobrar o cabo [da Boa Esperança], encontraram a zona dos alíseos e vieram dar no hemisfério ocidental com Pedro Álvares Cabral."
Cabral era o capitão da esquadra que zarpou de Lisboa para as Índias a 9 de março de 1500, contornando a África. A certa altura da viagem, tendo já ultrapassado as ilhas Canárias, a sua frota - da qual não se sabe ao certo quantos navios teria, discutindo-se se entre doze ou quatorze -, desviou-se para Oeste a pretexto de desviar de um trecho do Oceano Atlântico conhecido pelas calmarias, ou ausência de vento - a chamada volta do mar. Existe controvérsia sobre o motivo do desvio, pois alguns autores sugerem que os portugueses teriam vindo ao Brasil pelo menos quatro anos antes. Cabral, nessa linha de argumentação, não procurava um caminho seguro para as Índias, porque este já era conhecido, tendo sido percorrido anteriormente pela Armada de Vasco da Gama.
Cabral e o Gama já teriam conversado antes da viagem do primeiro. Na conversa, Cabral teria sido orientado a fazer a volta do mar, um grande arco rumo ao Oeste, a fim de aproveitar melhor as correntes do Atlântico, e fugir da corrente ascendente do Golfo da Guiné. Aliás, exatamente esse grande desvio a que os navios eram obrigados, teria fornecido aos navegadores os indícios da existência de terra naquela direcção.
É hoje quase certo que a frota de Cabral tinha como incumbência primordial localizar a terra e reclamá-la para a Coroa Portuguesa ao abrigo dos termos do Tratado de Tordesilhas. Dá-se como uma das provas disso o fato de um dos navios ter regressado de imediato para comunicar o achado ao rei D. Manuel I, enquanto que os restantes seguiam para a Índia; bem como o fato de seguir na frota um escrivão, Pero Vaz de Caminha, cuja missão era elaborar uma descrição detalhada da terra descoberta - a Carta a El-Rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil, espécie de certidão de nascimento da nova terra.
De qualquer forma, a 22 de abril de 1500, Cabral nomeou como ilha de Santa Cruz a terra recém-descoberta. Discutem ainda os historiadores se o local onde aportou será mesmo o que se transformaria no arraial de Porto Seguro ou se seria a baía hoje denominada de Santa Cruz Cabrália, mais distante, rumo ao Norte, no Sul da costa da atual Bahia.
Na carta que escreveu aos reis da Espanha em julho de 1501, o soberano português comunicou-lhes ter Cabral chegado a "uma terra que novamente se descobriu, a que pôs o nome de Santa Cruz, em que achou as gentes nuas como na primeira inocência, mansas e pacíficas, a qual parecem que N. Senhor milagrosamente quis que se achassem." (in: Sérgio Buarque de Holanda. História Geral da Civilização Brasileira v. I, p. 42)."

CEARÁ
Outra corrente de historiadores sustentam que o Brasil foi descoberto pelo Ceará, onde Vicente Yáñez Pinzon teria estado na Barra do Ceará, na Enseada do Mucuripe e em Aracati. Recentemente foi colocado um Marco na Barra do Ceará alusivo ao fato.
o escritor e historiador Aírton de Farias, em seu livro "História da Sociedade Cearense", às páginas 23 e seguintes, atesta que: "O espanhol Vicente Yáñez Pinzon, experiente navegador e companheiro de Cristóvão Colombo na viagem de "desconbimento" da América em 1492, teria, em fins de janeiro ou início de fevereiro do ano de 1500, atingido o Ceará num Cabo que chamou de "Santa Maria de la Consolacion" (hoje Ponta Grossa, no município de Aracati) visitando em seguida uma outra área onde cravou uma cruz que dias depois seria encontrada por um outro expedicionário espanhol, Diogo de Lepe, que chamou a região de "Rostro Hermoso" (atual Mucuripe, em Fortaleza)."

(Fonte: Wikipendia e História da Sociedade Cearense)

terça-feira, 21 de abril de 2009

10 ITENS ALIMENTARES PARA VIVER MAIS

Conheça alguns dos alimentos que a ciência já comprovou serem capazes de prevenir doenças e a quantidade indicada para potencializar seus benefícios.
PEIXES
Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Estudos indicam também que reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer. Quantidade recomendada: pelo menos 180 gramas por semana (para reduzir o risco de doenças cardiovasculares).
MAÇÃ
Ajuda a prevenir tumores malignos, diz o médico Michael Roizen. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sanguínea, além de evitar doenças oculares como catarata. Quantidade recomendada: cinco porções de frutas por dia.

SOJA
Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon. Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol).

CHÁ VERDE
Auxilia na prevenção de tumores malignos. Estudos indicam ainda que pode diminuir as doenças do coração, prevenir pedras nos rins e auxiliar no tratamento da obesidade. Quantidade recomendada: De quatro a seis xícaras por dia (para reduzir os riscos de gastrite e câncer no esôfago).

CASTANHA-DO-PARÁ
Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA. Quantidade recomendada: 30 gramas por dia ou de cinco a seis unidades.
AZEITE DE OLIVA
Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração. Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa).

ALHO


Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos. Quantidade recomendada: um dente por dia (para diminuir o colesterol e a pressão arterial).

AVEIA


Ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA, agência americana de controle de alimentos e remédios. Quantidade recomendada: 40 gramas por dia de farelo ou 60 gramas da farinha.

TOMATE



Auxilia na prevenção do câncer de próstata. Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.

VINHO TINTO



A uva vermelha, presente no vinho ou no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração. Quantidade recomendada: dois copos de suco de uva ou uma taça de vinho tinto por dia

(Fonte: Por e-mail de Maryluza Freitas)

PARE DE FUMAR

"Sim, isso é possível. Conheça nosso plano infalível para dar um basta ao cigarro, ganhar mais saúde, e, o que é melhor, sem prejudicar as medidas do seu corpo.

É consenso entre os especialistas: quem decide colocar um ponto final nas baforadas pode engordar até 15 quilos em um ano. Isso ocorre principalmente porque o ex-fumante apela para a comida como válvula de escape para vencer as crises de abstinência. A fome, então, é inevitável.
PARE DE FUMAR E NÃO ENGORDE - SAIBA COMO:
Por isso, impedir que o ponteiro da balança dispare é um grande desafio para a pessoa que quer se livrar das tragadas de uma vez por todas. Segundo uma revisão recente de estudos realizada pela organização internacional Cochrane Collaboration, somente um tratamento que combine dieta, medicamentos e terapia é capaz de minimizar esse ganho para algo entre 1 e 5 quilos — ou nem isso. Mas para que a vida prossiga sem tabaco e com uma silhueta enxuta, também é prioritário chutar o sedentarismo para escanteio.
Siga o nosso passo-a-passo e veja como isso está longe de ser algo inalcançável.
1- PROCURE UM MÉDICO
Menos de 5% dos indivíduos que param de fumar por conta própria completam um ano longe do cigarro, segundo a Organização Mundial de Saúde. Ao longo de três décadas de baforadas, a paulistana Ivana Morgani, 44 anos, só foi bem-sucedida na terceira tentativa, quando, enfim, recorreu a um especialista. “Descobri que tinha um enfisema pulmonar e não tive dúvidas: comecei o tratamento médico”, diz a professora. Há cinco meses sem fumar, ganhou 4 quilos. “E olha que sempre substituí o cigarro por água”, garante. Ou seja, podia ser pior. “Só agora decidi procurar uma nutricionista e me exercitar.” Para o pneumologista Daniel Deheinzelin, coordenador do programa antibagista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, apagar o vício exige disciplina. “Quem segue o tratamento à risca corre menos risco de engordar”, afirma.
2 - ESCOLHA BEM O DIA D
Não dá para parar de fumar de uma hora para outra. É preciso pensar em uma data que não faça o candidato a ex-fumante sofrer por não poder chegar perto de um cigarro e... comer para descontar. Dia próximo de uma grande festa, por exemplo, é contraindicado. “Sem orientação, a pessoa vai comer muito para aliviar os ataques de fissura e ansiedade”, diz o endocrinologista Daniel Lerario, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. “É preciso conversar com o médico para desenvolver algumas estratégias. Se for proibido fumar em casa, por exemplo, é melhor parar no sábado. E, se for proibido fumar no trabalho, a opção mais certeira é a segunda-feira”, aconselha a cardiologista Jaqueline Scholz Issa, diretora do Laboratório de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração de São Paulo.
3 - ENTENDA O RITMO DO SEU CORPO
O ex-tabagista tende a ganhar peso no período de seis meses a um ano após o abandono do hábito. Mas é nos primeiros 60 dias que o organismo reaprende a funcionar sem a aceleração provocada pela nicotina. Nessa fase, até o coração reduz seu baticum. “São, em média, dez batidas a menos por minuto”, revela Jaqueline Scholz Issa. E um ritmo corporal mais lento facilita o surgimento de pneuzinhos e afins. “Parar de fumar diminui as necessidades calóricas diárias do indivíduo”, explica o pneumologista Ciro Kirchenchtejn, do Hospital Beneficência Postuguesa, em São Paulo. É por isso que manter a mesma dieta dos tempos enfumaçados contribui para a síndrome do tamanho GG. Daí, cortar calorias do cardápio é imprescindível — especialmente nos tais primeiros 60 dias. Ou seja, não espere começar a engordar para maneirar."

(Fonte: Saúde Abril - DÉBORA DIDONÊ, LETÍCIA RAPOSO, GUSTAVO ARRAIS e UOL)