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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

CRIMINALIDADE DIMINUI NO BRASIL. GOVERNO BOLSONARO DIVULGA DADOS

O Brasil registrou queda em todos os nove crimes registrados na plataforma Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp). O número de homicídios caiu 21,2% e o número de latrocínios teve redução de 23,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

No primeiro quadrimestre de 2019 foram registrados 13.142 homicídios em todo o país, nos quatro primeiros meses de 2018 o número chegou a 16.670. As tentativas de homicídio caíram 8,6% e o roubo de veículo teve queda de 27,5%.

Os dados do Sinesp também mostram redução de 13,6% nos estupros. Houve queda ainda em relação aos crimes de lesão corporal seguida de morte (-5,3%), furto de veículos (-11,1%), roubo à instituição financeira (-38,5%) e no roubo de carga (-27,3%).


Desde março de 2019 o país conta com estatísticas criminais oficiais e confiáveis publicadas no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública com base nos boletins de ocorrência dos estados e do Distrito Federal, registrados pelo Sinesp.

O SINESP
O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp) é uma plataforma de informações integradas, que possibilita consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre segurança pública, implementado em parceria com os entes federados.


A plataforma firmou-se como um dos meios e instrumentos para a implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS), instituindo-se o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Além disso, torna acessível informações estatísticas sobre crimes como: estupro, lesão corporal seguida de morte, homicídio doloso, latrocínio, tentativa de homicídio, roubo de veículo, furto de veículo, roubo de carga e roubo à instituição financeira.

GOVERNO BOLSONARO DESTINA MAIS DE SEIS MILHÕES NA PREVENÇÃO AO USO DE ÁLCOOL, TABACO E OUTRAS DROGAS POR GESTANTES, LACTANTES E MÃES DE CRIANÇAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA

O Ministério da Cidadania conquistou cerca de R$ 6,2 milhões para investir na prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas por gestantes, lactantes e mães de crianças na primeira infância, que vai até os três anos de vida. Elas irão receber orientações de técnicos capacitados, visando a promoção da saúde, o fortalecimento de vínculos familiares e a proteção e conscientização sobre os riscos que estas substâncias podem causar.
O projeto Hera, que faz referência à deusa do nascimento na mitologia grega, foi elaborado pela Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção ao Uso de Drogas (Senapred), e irá capacitar 10,4 mil trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad) em todo o País.
Os mais de R$ 6 milhões de reais que serão investidos na prevenção, são provenientes do Fundo de Defesa de Direitos Difusos – ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O dinheiro é fruto de condenações judiciais, indenizações e multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa do Econômica (Cade). Os projetos e programas que serão financiados pelo órgão devem ter como foco a recuperação, conservação e preservação do meio ambiente; à proteção e defesa do consumidor; à promoção e defesa da concorrência; ao patrimônio cultural brasileiro, entre outros. O Fundo é comandado por um Conselho Federal Gestor, composto por representantes do governo federal, Ministério Público Federal e sociedade civil.
De acordo com o secretário Nacional de Cuidados e Prevenção ao Uso de Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, os recursos serão fundamentais para levar este tipo de informação para um público, às vezes, esquecido nas campanhas de prevenção. “Temos que ter um cuidado grande com essa população, já que as drogas que forem utilizadas pelas mães durante a gestação e o período de amamentação acabam atingindo diretamente o feto e a criança. E, dessa forma, afeta o seu sistema nervoso central, em especial o seu cérebro que está em formação”, disse.
O secretário também alerta para o uso de drogas das mães durante a primeira infância dos filhos. “Nós sabemos que a primeira infância é um período extremamente importante para o desenvolvimento das pessoas. E as crianças precisam de um cuidado bastante especial, se as mães utilizam essas substâncias psicoativas, a qualidade do cuidado pode estar prejudicada”, reforçou.

GOVERNO BOLSONARO: INDÚSTRIA DE DEFESA GERA MILHARES DE EMPREGOS E É ESTRATÉGIA PARA A SOBERANIA NACIONAL


Forno de micro-ondas, panela de teflon, telefones celulares, internet, computadores. Nas últimas décadas, essas e outras inovações tecnológicas estão presentes no dia a dia das pessoas. A utilização desses produtos é tão comum que, com certeza, quase ninguém se dá conta que tiveram origem em atividade militar. A partir do uso militar, algumas das invenções tecnológicas foram adaptadas para serem integradas ao cotidiano das populações.
Um exemplo mais conhecido é o computador. Os primeiros modelos foram desenvolvidos para o Exército dos Estados Unidos com a finalidade de auxiliar em cálculos de artilharia. Chamado Eniac, o aparelho começou a ser utilizado oficialmente no ano de 1946.

Devido ao alto valor agregado desses produtos e a possibilidade de serem utilizados em funções civil e militar, o Governo Federal incentiva o incremento da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira. Responsável pela geração de milhares de empregos, a indústria de defesa é um setor importante para a economia, além de ser estratégico para garantir a soberania do território nacional.
O professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Jorge Ramalho reforça o entendimento de que o projeto militar de hoje pode gerar tecnologias futuras. “A indústria de defesa é marcada pelo seu alto grau tecnológico e pelas externalidades positivas que cria para a economia, favorecendo o desenvolvimento de inovações que, cedo ou tarde, se transferem para a indústria civil, agregando produtividade à economia”, expôs o pesquisador.

O Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut, aponta a BID como setor responsável por contribuir para o reaparelhamento das Forças Armadas e, consequentemente, essencial à soberania do território nacional. “A base industrial de defesa, em grande parte, é responsável por fornecer os meios e desenvolver soluções e plataformas para que as Forças Armadas obtenham e desenvolvam as capacidades necessárias ao adequado emprego do aparato militar, a fim de assegurar a integridade de nosso território e de nossas instituições”, ressaltou Degaut.

GERAÇÃO DE EMPREGO
De acordo com levantamento realizado, neste ano, pela Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa (MD), mais de mil empresas integram a BID no Brasil. Apenas as 107 empresas cadastradas no Ministério da Defesa como sendo de Defesa (ED) ou Estratégica de Defesa (EED) são responsáveis, atualmente, pela geração de mais de 285 mil empregos diretos e 850 mil indiretos.
Outro dado positivo em relação à oferta de emprego é que, por exigir maior capacitação técnica, o salário médio desse segmento é aproximadamente duas vezes maior ao da média nacional. Dessa forma, estimular a BID é fundamental para ampliar a competitividade da indústria nacional e aumentar sua produtividade, produzindo bens e serviços com maior conteúdo tecnológico.
Para o professor Antônio Ramalho, os benefícios ao fomentar a indústria de defesa são diversos e possuem reflexos positivos em áreas diferentes. “Há ganho tecnológico em função do perfil dos produtos da indústria de defesa. A melhor maneira de incentivar esse segmento da economia é assegurar a continuidade das encomendas, por um lado, e, por outro, estimular a associação entre universidades, centros de pesquisa e indústrias”, esclareceu o especialista.


INCENTIVO
Defesa e desenvolvimento estão alinhados quando os investimentos na capacitação das Forças Armadas criam condições que favorecem a inovação e o crescimento econômico. Por isso, o Ministério da Defesa trabalha na implementação de políticas e empreendimentos para associar a recomposição da capacidade operativa da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em busca de autonomia tecnológica e do fortalecimento da BID.
Uma das iniciativas que se encontra em tratativas avançadas é a criação do Banco de Defesa Nacional (BDN), como parte da Estratégia de Financiamentos e Investimentos no Setor de Defesa brasileiro (EFID). O BDN será um banco privado, constituído a partir de participações de investidores nacionais e estrangeiros.
Essa estratégia trará vantagens imediatas como burocracia reduzida, alta expertise na área de defesa, estruturação e oferta de garantias e contra-garantias customizadas, atuação em todas as fases de maturidade das empresas, atuação em mercados externos e financiamentos a órgãos públicos nas três esferas: federal, estadual e municipal.
Outros instrumentos voltados ao desenvolvimento tecnológico e ao incentivo à BID foram a publicação da Lei 12.598/12, que criou marco legal favorável aos investimentos privados nesse setor; e o Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (RETID), que desonerou empresas de diversos encargos, estabeleceu incentivos ao desenvolvimento de tecnologias indispensáveis ao país, além de ter diminuído o custo de produção de companhias legalmente classificadas como estratégicas para a Defesa.
Até julho deste ano, dados da SEPROD mostram que o Brasil autorizou mais de US$ 937 milhões em exportações de itens da Base Industrial de Defesa, valor equivalente ao autorizado em todo o ano de 2018. Estima-se que a eliminação dos gargalos do setor possa, no curto prazo resultar, em índices anuais de exportação superiores a US$ 3 bilhões.

(Fonte: Por Lane Barreto. Fotos: Tereza Sobreira - Assessoria de Comunicação Social - Ministério da Defesa – Fone: (61) 3312-4071)


GOVERNO BOLSONARO AUTORIZA MAIS R$ 102 MILHÕES PARA AÇÕES DE MOBILIDADE URBANA NO PAÍS


O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) aprovou o financiamento de 13 projetos na área de mobilidade urbana para 11 cidades nos estados da Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Os municípios foram selecionados por meio do Programa Avançar Cidades, no Grupo 1, e terão acesso a R$ 102 milhões para investimentos.

Os valores serão aplicados em obras de qualificação viária e em intervenções voltadas ao transporte não motorizado, além da elaboração de estudos e projetos. Esta é a segunda lista de propostas aprovada pelo MDR no âmbito do Grupo 1 em 2019. Anteriormente, a Pasta selecionou outros 22 projetos da mesma categoria, além de cinco proposições do Grupo 2.

O Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana está dividido em dois grupos, conforme o porte do município. O Grupo 1 é composto por cidades com até 250 mil habitantes, enquanto o Grupo 2 inclui os centros urbanos com população superior a 250 mil moradores.

A divulgação das Portarias de seleção de proposta representa a última etapa para a obtenção do financiamento via Avançar Cidades. As cartas-consulta foram apresentadas aos agentes financeiros e obtiveram parecer favorável aos projetos básicos dos empreendimentos e às análises de risco e de engenharia.
Condições de financiamento

Os recursos disponibilizados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana são de financiamento, oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme previsto no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte), regulamentado pela Instrução Normativa nº 27/2017.

A taxa nominal de juros das operações de empréstimo do Pró-Transporte é de 6% ao ano, podendo ser acrescida taxa diferencial de até 2% e taxa de risco de crédito de até 1%. O prazo para pagamento pode chegar a 20 anos, com carência de até 48 meses.

Após a seleção final pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, os municípios têm até um ano para formalizar a contratação da proposta com o agente financeiro. Os proponentes poderão acessar o financiamento em diversas instituições financeiras habilitadas no Pró-Transporte.

O cadastramento de propostas para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento Regional. 

Dúvidas e mais informações: avancar.mobilidade@cidades.gov.br.

GOVERNO BOLSONARO ENVIA MAIS 42 ESTUDANTES BRASILEIROS PARA ESTUDAR E ADQUIRIR EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL NO EXTERIOR


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO continua incentivando a educação dos nossos estudantes.
Oportunidade de melhorar a proficiência em língua espanhola, viver uma outra cultura e se envolver em projetos de pesquisa na área de conhecimentos dos seus cursos. A cada ano, estudantes brasileiros fazem as malas para a experiência de intercâmbio estudantil em países da América Latina no âmbito do Mercosul Educacional.
Para o início do atual semestre letivo, 42 estudantes brasileiros foram selecionados pelo Programa de Mobilidade Acadêmica Regional em Cursos Acreditados (Marca), do Ministério da Educação e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
A Argentina foi o principal destino dos estudantes: 23 escolheram estudar no país. Uruguai, Bolívia, Paraguai e Colômbia foram outros lugares de destino.
Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em Campos Leopoldo (RS), Arthur Fidelix Ferrari fará intercâmbio na Universidad Nacional de Córdoba, na Argentina. “Espero obter novas visões e maneiras de pensar a arquitetura pela América Latina”, disse o estudante de 22 anos.
Bruna Henriques da Silveira, 23 anos, cumprirá o intercâmbio na Universidad Nacional de San Juan, na Argentina. “Uma mobilidade onde se juntam cultura, estudo e outro idioma transforma a vida de uma pessoa”, afirmou a estudante, que cursa Arquitetura e Urbanismo no Brasil.

Desde 2008, o Programa Marca já possibilitou a ida de 698 estudantes brasileiros a países latino-americanos. Em contrapartida, 745 alunos dos países vizinhos vieram estudar em universidades brasileiras. O período de cinco meses de estudo no exterior é custeado por ambos os países.
O Programa Marca objetiva melhorar a qualidade acadêmica por meio de sistemas de avaliação e acreditação de cursos. Para além do intercâmbio de estudantes, um coordenador em cada instituição fica responsável por orientar e acompanhar as atividades de estudo e pesquisa dos alunos.
Para mais informações sobre a mobilidade acadêmica regional, acesse a página do Programa Marca.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

GOVERNO BOLSONARO DETERMINA OBRAS NAS RODOVIAS FEDERAIS NO MARANHÃO



O Governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro avança nas obras de infraestrutura do país. Agora é no Maranhão.

BR 226 NO MARANHÃO
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) retomou as obras de pavimentação da BR-226/MA e o alargamento da pista na travessia urbana de Timon (MA), no Estado do Maranhão. O valor total dos serviços é de R$ 88.500.000,00. O prazo para a execução dos trabalhos é até janeiro de 2021.
Do total de 111 quilômetros que serão pavimentados na BR-226/MA, já foram concluídos 25,5 km, entre os km 75 (Povoado Baú) e o km 100 (fim do trecho), o que representa 22,9% da obra, em extensão.

A obra teve seu reinício em 19 de junho de 2019.

BR 135 NO MARANHÃO
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT segue com os serviços de manutenção da BR-135/MA em segmentos do trecho localizado entre Presidente Dutra e o povoado Orozimbo. A Autarquia já concluiu a recuperação da base na travessia urbana de São Domingos do Maranhão, na altura do km 380, e agora executa a nova capa asfáltica.

Os serviços visam a recuperação deste trecho da rodovia, que apresentava sinais de desgaste. Eles fazem parte do contrato de manutenção e conservação da BR-135/MA, que abrange desde o km 340 até o km 514 e visa garantir as boas condições de trafegabilidade da rodovia até maio de 2020.

GOVERNO BOLSONARO INCENTIVA A AGRICULTURA FAMILIAR E MARINHA DO BRASIL SERÁ ABASTECIDA COM A PRODUÇÃO


Oportunidade para agricultores familiares do Distrito Federal e do Rio Grande do Norte. 

DISTRITO FEDERAL

O comando do 7º Distrito Naval da Marinha do Brasil comprará R$ 4.679.148,74 em produtos da agricultura familiar, por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do Ministério da Cidadania. A chamada pública está aberta até 14 de agosto.

A coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do Ministério da Cidadania, Hetel Santos, atenta que os agricultores, empreendimentos e técnicos que apoiam a agricultura familiar devem analisar com cuidado o edital.
“É importante que todos conheçam bem o edital, olhem as quantidades colocadas, demandadas por cada unidade da marinha, para que cada proposta de venda esteja coerente, de acordo com o que é demandado em cada unidade”, ressalta Hetel.

A extensionista da Emater do Distrito Federal, Bruna Heckler, avalia que as chamadas públicas do PAA fortalecem as pequenas produções. “É uma oportunidade de inserção desses produtores no mercado de profissionalização, a partir do momento que ele pode ter um planejamento de entrega para a sua produção”, observa.

Os editais para compras institucionais estão disponíveis no site comprasagriculturafamiliar.gov.br.

RIO GRANDE DO NORTE

A Marinha do Brasil abriu chamada pública para comprar R$ 924 mil em produtos da agricultura familiar no Rio Grande do Norte. O Centro de Intendência, localizado em Natal, irá comprar 100 itens alimentares. Na lista, frutas, verduras e hortaliças que vão abastecer a unidade por um ano. As propostas devem ser entregues até o próximo dia 21 de agosto na sede da unidade. As compras serão feitas por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Bolos e doces também compõem os itens da chamada pública da Marinha. A Associação das Mulheres Produtoras Rurais do município de Currais Novos (Amprorqua), deve apresentar uma proposta de venda para os produtos. A presidente da Associação, Maria de Fátima, ressalta que mesmo estando a cerca de 180 quilômetros de distância da capital, não quer perder a chance de participar da chamada pública. “É uma oportunidade do nosso agricultor vender mais. Pelo PAA você já tem a certeza que vai vender aquele produto e pode se estruturar para produzir ainda mais”, avaliou a produtora.

Por lei, ao menos 30% dos produtos obtidos para alimentação nas instituições públicas federais devem vir da agricultura familiar. A coordenadora do ministério, Hetel Santos, ressalta o benefício da compra realizada por meio do Programa de Aquisição de Alimentos. “Os órgãos da União, muitas vezes, num processo de licitação poderia levar até quatro meses até receber o produto. Em um processo de chamada pública esse processo é simplificado, podendo um órgão receber alimentos num período de até 45 dias, 60 dias. Isso fortalece a formação de um caminho novo de distribuição que nós chamamos de circuito curto de abastecimento”, explicou.

PRESIDENTE BOLSONARO ASSINA LEI QUE A PARTIR DE AGORA POBRE NÃO PAGARÁ HABITE-SE


A população de baixa renda não precisa mais do Habite-se para obter a escritura da construção de residências finalizada há mais de cinco anos. A Lei 13.865 foi sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e publicada nesta sexta-feira (09) no Diário Oficial da União.

A Lei é válida apenas para moradias populares de um só pavimento. O objetivo é agilizar e baratear a regularização das casas. Com a regularização, fica permitido o financiamento do imóvel.

Ao transitar no Senado, antes da sanção, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que mais de 7 milhões de famílias serão beneficiadas com a nova Lei.
A averbação (registro) de um imóvel é necessária sempre que o dono fizer nova construção ou demolição, realizar uma grande alteração estrutural, tiver mudança no estado civil ou transferir a propriedade para outra pessoa.

O Habite-se é o documento que autoriza o início da utilização efetiva de construções destinadas à habitação. Ele comprova que o imóvel foi construído de acordo com as exigências da legislação estabelecida pela prefeitura local.

GOVERNO BOLSONARO INAUGURA ESTAÇÃO CIDADANIA EM PORTO ALEGRE (RS)

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, participou, nesta segunda-feira (12), da inauguração da Estação Cidadania no Bairro Restinga, em Porto Alegre (RS). O local vai oferecer programas e atividades culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho e serviços socioassistenciais. Políticas de prevenção à violência e às drogas e ações que promovam a inclusão digital também estão previstas. O espaço contará com quadra coberta de esportes, biblioteca, cineteatro, sala com computadores e uma sala multiuso, com acesso à internet.

Durante a inauguração, o ministro Osmar Terra destacou a importância social dessas estações na geração de oportunidades nas áreas do esporte e da cultura. “É muito importante para a prevenção da violência, para a prevenção da droga e, principalmente, para desenvolver as competências. Está cheio de talento adormecido que, se não tiver um espaço desse, nunca irá despertar”, afirmou.

O gaúcho José Ventura é morador do bairro Restinga. Ele conta que, há mais de 30 anos, participa de programas sociais voltados a jovens carentes na região. Para ele, a Estação Cidadania irá valorizar o jovem, além de integrar toda a comunidade. “Este é o único equipamento que vai ter dentro da comunidade Restinga Velha, onde eles vão se sentir valorizados, vão se sentir gente. As oficinas que serão oferecidas, todo esse processo, irá favorecer muito a comunidade. Então, isso aqui é um orgulho para nós. ”

De acordo com Osmar Terra, o Ministério da Cidadania pretende continuar investindo no equipamento do bairro Restinga, qualificando o espaço para a descoberta e desenvolvimento de atletas de alto rendimento. “Será um investimento extra de R$ 6 milhões ou R$ 7 milhões, aproximadamente”, informou o ministro.
A Estação Cidadania de Restinga deve beneficiar mais de 50 mil pessoas na região, principalmente crianças e jovens. Além da de Porto Alegre, o Rio Grande do Sul conta com outras cinco estações, localizadas em Charqueadas, Dois Irmãos, Pelotas, Santo Antônio da Patrulha e Caxias do Sul.

Estação Cidadania
Está programada a construção de 329 estações em 311 cidades do país, o que corresponde a um investimento de R$ 817,6 milhões, sendo R$ 92,54 milhões de contrapartida das prefeituras e o restando em recursos do Governo Federal.

(Fonte: Assessoria de Comunicação Secretaria Especial da Cultura/ Ministério da Cidadania e

GOVERNO BOLSONARO INCLUI MOTORISTAS DE APLICATIVO COMO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL


Mais uma atividade foi incluída na categoria de Microempreendedor Individual: o motorista de aplicativo. A resolução foi publicada nessa quinta-feira (08) no Diário Oficial da União e regulamentou o decreto 9.792, de maio deste ano, permitindo a formalização desse segmento.

DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO MEI
Além de contar o tempo para a aposentadoria, ao cadastrar-se como MEI, o trabalhador também tem acesso a direitos previdenciários como seguro desemprego e auxilio doença.
Pode também emitir nota fiscal dos serviços prestados já que passa a ter um CNPJ, cadastro de pessoa jurídica. Mas também tem obrigações, como pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional no valor de R$ 54,90 por mês.

MEI: NÚMEROS E REGRAS
Para se tornar um MEI o trabalhador não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular. O faturamento com a atividade também não pode ser maior do que R$ 81.000 por ano.
Atualmente, segundo o Ministério da Economia, existem 8,7 milhões de empreendedores cadastrados no MEI no país e, com a inclusão do motorista de aplicativo, 463 profissões incluídas na categoria de microempreendedor individual.

Confira o passo a passo para se tornar um MEI

GOVERNO BOLSONARO DETERMINA QUE EM CASO DE PENSÃO POR MORTE NINGUÉM PODERÁ RECEBER MENOS QUE UM SALÁRIO MÍNIMO

Nenhum brasileiro pode receber valor inferior a um salário mínimo de pensão por morte, mesmo que a renda formal seja menor que esse valor. É o que determina Portaria 936 do Ministério da Economia publicada essa semana.


“Está claro que nenhum brasileiro que tenha renda formal inferior a um salário mínimo poderá receber pensão por morte que seja inferior a esse valor”, afirmou o secretário especial adjunto da Previdência e do Trabalho, Bruno Bianco. Segundo ele, o texto cumpre compromissos assumidos durante votação da PEC da Nova Previdência.



A Portaria do Ministério da Economia define que renda formal é a soma dos rendimentos recebidos no mês, igual ou superior a um salário mínimo que constem no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).



Como quem ganha menos que um salário mínimo não tem registro de renda formal no sistema, o reconhecimento no valor de um salário mínimo da pensão será automático.

domingo, 18 de agosto de 2019

GOVERNO BOLSONARO DESTACA QUE O BRASIL FEZ O MELHOR PAN-AMERICANO DA HISTÓRIA E VOLTOU A OCUPAR O SEGUNDO LUGAR GERAL DESDE 1963


Na edição 2019 dos Jogos Pan-Americanos, realizados em Lima, no Peru, a equipe brasileira confirmou a melhor atuação do país em Jogos Pan-Americanos. O Time Brasil conquistou 171 medalhas e garantiu o país no 2º lugar do quadro geral de medalhas, com 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze. Foi a melhor posição desde 1963.

Mereceu destaque a participação dos brasileiros possuidores do “Bolsa Atleta”. Esse não é "apenas" o maior programa de patrocínio direto a atletas do mundo. Ele é sinônimo de pódios, o que ficou claro no desempenho do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Das 171 medalhas conquistadas na melhor campanha do país na história dos Jogos continentais, 141 foram arrebatadas com o "DNA" do Bolsa Atleta. Os bolsistas, se fossem uma nação "independente", ficariam em terceiro lugar no quadro geral de medalhas do Pan de Lima, com 43 ouros, 37 pratas e 61 bronzes.

Dos 485 integrantes da delegação original do Time Brasil, 333 eram bolsistas. Entre eles, 20 são beneficiários diretos da recomposição de orçamento do Bolsa Atleta realizada pelo Ministério da Cidadania em 2019. Como parte das ações dos 100 primeiros dias do novo governo, houve um aporte de R$ 70 milhões ao programa e foi publicada, em 11 de abril, uma lista com 3.142 novos contemplados.