CONTATO
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
sábado, 5 de novembro de 2022
HERÓI DO BRASIL É ARGENTINO, FERNANDO CERIMEDO, DO CANAL LA DERECHA DIÁRIO, DESCOBRIU A FRAUDE NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS BRASILEIRAS 2022.
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
sexta-feira, 2 de julho de 2021
GOVERNO BOLSONARO INAUGURA RADAR RMT 200.
sábado, 10 de abril de 2021
domingo, 17 de janeiro de 2021
BRASIL: ANVISA APROVA POR UNANIMIDADE USO EMERGENCIAL DAS VACINAS
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, neste domingo (17), por unanimidade, a autorização temporária de uso emergencial da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
As decisões serão publicadas e comunicadas às duas instituições ainda hoje. Com relação à CoronaVac, em especial, a autorização foi condicionada ainda à assinatura de um Termo de Compromisso e a respectiva publicação no Diário Oficial da União (DOU). Esse documento determina que, até 28 de fevereiro, seja feita e apresentada à Anvisa a complementação dos estudos de imunogenicidade, conforme aprovado no desenho de estudo clínico fase III da vacina.
A chamada imunogenicidade é a capacidade, por exemplo, de uma vacina incentivar o organismo a produzir anticorpos contra o agente causador da doença. Esse documento, portanto, deve complementar as informações referentes à imunidade conferida aos voluntários que receberam a vacina na terceira fase de desenvolvimento clínico. O dado é imprescindível para que se possa concluir a duração da resposta imunológica nos indivíduos vacinados.
Tanto a Fiocruz quanto o Instituto Butantan devem dar continuidade aos estudos e à geração de dados para permitir o registro sanitário na Anvisa. Da mesma forma, ambos precisam manter o monitoramento da segurança das vacinas, fundamental para garantir que os benefícios continuem a superar os riscos para as pessoas que recebem vacinas contra a Covid-19. A Anvisa, como órgão regulador federal, pode revisar e ajustar as condições para o uso emergencial frente a resultados que sejam considerados relevantes, inclusive dados e informações provenientes de autoridades reguladoras internacionais.
Entenda
O procedimento de autorização de uso emergencial avalia a adequação das candidatas a vacinas contra a Covid-19 para a utilização durante a atual emergência em saúde pública, de modo a minimizar, o mais rápido possível, os impactos da crise. É importante ressaltar que as autorizações temporárias para uso emergencial não são permissões para a introdução no mercado para fins de comercialização, distribuição e uso. Ou seja, não foi concedido ainda o registro sanitário.
(Fonte: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/01/anvisa-aprova-por-unanimidade-uso-emergencial-das-vacinas)
quinta-feira, 30 de abril de 2020
AONDE ESTAVAM OS “ADÉLIOS” DE BOLSONARO? MORTES POR GRIPE/PNEUMONIA NO BRASIL NA ÚLTIMA DÉCADA.
sábado, 9 de novembro de 2019
terça-feira, 5 de novembro de 2019
GOVERNO BOLSONARO DESTACA A REALIZAÇÃO DA MARATONA TECNOLÓGICA BRASIL-HOLANDA EM MONITORAMENTO REMOTO DE BARRAGENS POR SATÉLITE, COM A PARTICIPAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE MINERAÇÃO
“A ideia é verificar a aplicabilidade da metodologia holandesa em monitoramento de barragens e ver se é replicável nos casos de barragens de mineração brasileiras”, explicam Luiz Paniago, gerente de Segurança de Barragens e Eliezer Júnior, chefe da Divisão Executiva de Segurança de Barragens de Mineração, ambos da ANM.
A maratona – ou Hackathon – aconteceu entre os dias 7 e 11 de outubro e se concentrou na avaliação de necessidades e nos requisitos do usuário final. Na segunda parte do encontro, os especialistas se reuniram para desenhar soluções, com a prova do conceito dos componentes do sistema, aplicando-os em casos reais.
O grupo também identificou, para os casos de minas desativadas ou em processo de desativação, as possibilidades de aplicação desta tecnologia para o monitoramento remoto de estruturas remanescentes que possam representar algum risco social ou ao meio ambiente, melhorando os aspectos de sustentabilidade do processo, de acordo com Eriberto Leite, gerente de Fiscalização do Aproveitamento Mineral da ANM.
Tecnologias inovadoras, como o uso de sensores remotos (satélites), integração de dados, inteligência artificial e sistemas de alerta oferecem oportunidades para atingir esse objetivo. O principal desafio é integrar as diferentes tecnologias em uma estrutura que atenda às necessidades dos usuários finais brasileiros e da sociedade em geral.
“A ferramenta possui o potencial de lançar luz em pontos desconhecidos, retroagindo ao passado em estruturas sem histórico de registro de monitoramento de deslocamento, bem como monitoramento periódico futuro de estruturas descaracterizadas, que tendem a estabilizar após fechamento”, diz Luiz Henrique Rezende, da Divisão de Segurança de Barragens da ANM em Minas Gerais.
Especialistas em geologia, engenharia e segurança de barragens da Agência Nacional de Mineração, especialistas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (SEMAD), além de doutorandos e professores da Universidade de Ouro Preto (UFOP) representaram a comitiva brasileira. Já a equipe da Holanda foi formada por especialistas em sensoriamento remoto, especialistas em banco de dados e especialistas em geotecnia da Deltares, Universidade de Twente, Universidade de Tecnologia de Delft e empresa SkyGeo.
“No Brasil e em outros países, há uma necessidade premente de melhorar o monitoramento de barragens de rejeitos, tanto as que estão em operação, quanto as inativas, além de tentar prever falhas potencialmente catastróficas”, afirma Ton Peters, especialista da Deltares.
(Fonte: http://www.anm.gov.br/



















