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terça-feira, 5 de novembro de 2019

OBJETIVANDO GERAR MAIS EMPREGOS NO BRASIL, GOVERNO BOLSONARO E SEBRAE LANÇAM PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO



O programa Mobilização pelo Emprego e Produtividade foi lançado no Estado de São Paulo, dia 31/10. O estado é o sétimo a receber o programa que tem como objetivo mobilizar governos locais e representantes do setor produtivo, na direção de aprovar políticas públicas que possam simplificar a vida de quem produz e gera emprego.

Durante o evento, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, destacou as seis ações que o Governo Federal vem desenvolvendo para destravar a produtividade no país. “Temos que viabilizar o aumento da produtividade, competitividade e emprego, por meio da livre iniciativa, do mercado concorrencial, do capital humano e da modernização das empresas”, afirmou.

As seis propostas do governo federal para melhorar o ambiente de negócios no Brasil são o Simplifica, Emprega +, Concorrência para a Prosperidade, PRÓ-Infra, Brasil 4.0 e Prospera MPEs.

Todos esses projetos visam a promover a reconstrução dos mercados, por meio do incentivo à qualificação de mão de obra, à inovação nas empresas e à desburocratização dos processos. “A ideia da mobilização é levar os estados e municípios à simplificação”, observou Da Costa, citando como exemplo modificações nos processos de abertura e fechamento de empresas, nas questões tributárias e trabalhistas.

Para o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, o maior entrave para o ambiente de negócios no país continua sendo a burocracia. “Mas as micro e pequenas empresas não podem perder a confiança, têm que ter credibilidade. Além disso, é preciso o crédito para que possam investir em tecnologia, em redes sociais e aumentar a produtividade”, acrescentou Melles.

Para o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, a iniciativa do Ministério da Economia em parceria com o Sebrae é importante para alcançar todo o país. “O Sebrae vem cumprindo um papel fundamental nos estados e municípios”, afirmou.

Iniciado em maio deste ano, o programa Mobilização pelo Emprego e Produtividade já passou por Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Mato Grosso e Pernambuco. Os próximos lançamentos do programa estão previstas para ocorrer nos estados de Manaus e Porto Alegre.

(Fonte: https://www.gov.br/pt-br/noticias/trabalho-e-previdencia/2019/11/programa-mobilizacao-pelo-emprego-e-produtividade-e-lancado-em-sao-paulo)

GOVERNO BOLSONARO ATRAVÉS DO "1o PRÊMIO CAPES TALENTO UNIVERSITÁRIO", VAI BENEFICIAR 1.000 ESTUDANTES COM R$ 5 MILHÕES. CADA UM RECEBERÁ CINCO MIL REAIS.



As inscrições para o 1º Prêmio Capes Talento Universitário, que busca reconhecer o desempenho dos alunos com elevado grau de desenvolvimento de competências cognitivas, estão abertas. Alunos de todas as áreas, nas modalidades presencial e a distância, podem participar da disputa, segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Serão premiados 1 mil estudantes da graduação matriculados em instituições de ensino superior públicas, privadas ou militares que entraram na universidade em 2019. Cada um dos vencedores receberá R$ 5 mil. Para participar, o estudante deve ser brasileiro e ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 ou 2018.

A prova de 80 questões de múltipla escolha de conhecimentos gerais será aplicada em 60 municípios das 27 unidades da Federação. Os interessados devem se inscrever no site até 12 de novembro de 2019. O resultado será divulgado até 31 de janeiro de 2020.

(Fonte: https://www.agoranoticiasbrasil.com.br/capes-vai-premiar-mil-estudantes-de-graduacao/?fbclid=IwAR16OXaO33iVSPY66MAJBgQ1FARh9RtuzsDvLslBZHRw59ZL7zQ1nR0hxp4)

GOVERNO BOLSONARO EM PARCERIA COM O GOVERNO DO CEARÁ E BNDES ESPERAM COMEÇAR EM BREVE O METRÔ LESTE DE FORTALEZA, BEM COMO DESTACAM OUTROS INVESTIMENTOS NO ESTADO.

O ministro Gustavo Canuto, do Ministério do Desenvolvimento Regional, verificou no dia 02/11, em Fortaleza, as obras da linha Leste do Metrô da Capital, que conta com recursos da União, do Estado do Ceará e do BNDES . 

O Ministro disse que “ss serviços começarão em breve. É mais desenvolvimento e benefício para a população. É isso que o Presidente Jair Bolsonaro, espera”.

A linha Leste do Metrô de Fortaleza vai beneficiar 150 mil passageiros por dia e o Ministério do Desenvolvimento Regional apoia obras e projetos de mobilidade urbana nas cidades. 

INVESTIMENTOS NO CEARÁ
O ministro Gustavo Canuto, destacou também que os investimentos em Habitação no Ceará já geraram mais de 5.000 novas contratações, no valor de R$ 648,1 milhões; foram entregues 2,9 mil unidades e que 20.000 postos de trabalho foram gerados. 

Na Segurança Hídrica, acrescentou que foram investidos R$ 257,2 milhões no Eixo Norte do Projeto São Francisco.

(Fonte: https://twitter.com/mdregional_br/status/1190700547034275842 e https://www.fortaleza.ce.gov.br/…/prefeitura-de-fortaleza-e…)

GOVERNO BOLSONARO ENTREGOU EM FORTALEZA 1.760 UNIDADES HABITACIONAIS DO “MINHA CASA, MINHA VIDA”. FORAM INVESTIDOS R$ 130 MILHÕES, SENDO R$ 20 MILHÕES DO ESTADO E R$ 110 DA UNIÃO.


O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO foi representado pelo Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, neste sábado (02/11), na entrega de moradias do programa habitacional de interesse social do Governo Federal, em Fortaleza (CE). A projeção é de que as 1.760 unidades acolham mais de 7 mil pessoas. As unidades são da Faixa 1, voltada a famílias de baixa renda, e estão localizadas no Residencial Luiz Gonzaga, no bairro Ancuri (Regional VI). É o maior do País incluso na modalidade do Programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades.

Além do Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, representando o PRESIDENTE JAIR BOLSONARO, na solenidade, estiveram presentes, o Prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o Governador do Estado do Ceará, Camilo Santana, além de dirigentes e representantes da Caixa Econômica Federal, deputados, vereadores, lideranças políticas e comunitárias.

No Residencial Luiz Gonzaga, os 1.760 apartamentos são compostos por dois quartos, sala, cozinha e banheiro acessível, equipado com barra de proteção e torneira adaptada a pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, o conjunto habitacional traz a particularidade de ser o único projeto no Brasil com varanda. Cada um têm 47,8 m², avaliadas em R$ 74,4 mil. A infraestrutura conta com pista de skate, mini campo de futebol, centro social, quadra poliesportiva, playground, estacionamento, reservatório de água, iluminação pública, estação de tratamento de esgoto, pavimentação, redes de água, esgoto e energia elétrica, além de urbanização.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, “esta é uma parceria, um recurso investido de mais de R$ 130 milhões. Foram R$ 20 milhões do Estado e R$ 110 da União. Muitas famílias vão poder ficar alegres hoje, entrar em suas casas, ter qualidade de vida e dignidade. É uma honra e um prazer ver a emoção dos cearenses”, acrescentou.

Na oportunidade, Alexandre Gonçalves, ao ser contemplado com uma unidade habitacional, descreveu o sentimento predominante. “Ao me livrar do aluguel, minha família terá a oportunidade de investir em outros projetos. Meu coração, hoje, está cheio de gratidão a Deus, ao prefeito e ao governador pela minha casa própria. Agora, poderei investir de forma mais efetiva na educação e no futuro da minha filha, Ester Alexandrina”, celebrou.

O governador Camilo Santana apontou as iniciativas intersetoriais que visam à garantia da qualidade de vida das famílias do entorno. “A política habitacional garante o direito à moradia e à dignidade. Além disso, há um compromisso da Prefeitura e do Governo do Estado de investir em equipamentos sociais. 

COOPERATIVISMO E PARTICIPAÇÃO POPULAR
O Residencial Luiz Gonzaga é um exemplo para o estímulo ao cooperativismo e à participação popular na perspectiva das soluções de demandas habitacionais em todo o País.

O empreendimento contou com o envolvimento direto de entidades, como o Centro de Estudos, Articulação e Referência sobre Assentamentos Humanos (Cearah Periferia), Habitat para Humanidade e Federação de Bairros de Favelas de Fortaleza (FBFF).

Iolanda da Silva, presidente da Cearah Periferia, destacou que a relação de confiança estabelecida com as famílias contemplados está sendo cumprida. “A batalha foi árdua e envolveu esforços diversos. A Caixa Econômica foi muito correta. Hoje estamos realizando um sonho. Precisamos agradecer à Habitafor, à Secretaria das Cidades e a todos os entes envolvidos. O primeiro conjunto habitacional do Brasil feito pelas entidades comunitárias é motivo de orgulho para nós”, discursou.

Representando as entidades envolvidas, o corretor de imóveis Jairo Oliveira comemorou a conquista alcançada. “As entidades e os movimentos sociais estão e continuarão ao lado da população e das associações de moradores, inclusive na construção do Residencial Luiz Gonzaga 2”, garantiu.

GOVERNO BOLSONARO DESTACA A REALIZAÇÃO DA MARATONA TECNOLÓGICA BRASIL-HOLANDA EM MONITORAMENTO REMOTO DE BARRAGENS POR SATÉLITE, COM A PARTICIPAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE MINERAÇÃO

Especialistas em geotecnia e geoprocessamento da Agência Nacional de Mineração organizaram, em Delft, Holanda, uma maratona tecnológica voltada para barragens de rejeitos de mineração. Ao lado da Deltares, laboratório holandês responsável por monitorar barragens nos Países Baixos, os técnicos analisaram e testaram metodologias de monitoramento remoto de barragens por satélite usadas no país, tomando por base estudo de casos de estruturas brasileiras.

“A ideia é verificar a aplicabilidade da metodologia holandesa em monitoramento de barragens e ver se é replicável nos casos de barragens de mineração brasileiras”, explicam Luiz Paniago, gerente de Segurança de Barragens e Eliezer Júnior, chefe da Divisão Executiva de Segurança de Barragens de Mineração, ambos da ANM.

A maratona – ou Hackathon – aconteceu entre os dias 7 e 11 de outubro e se concentrou na avaliação de necessidades e nos requisitos do usuário final. Na segunda parte do encontro, os especialistas se reuniram para desenhar soluções, com a prova do conceito dos componentes do sistema, aplicando-os em casos reais.

O grupo também identificou, para os casos de minas desativadas ou em processo de desativação, as possibilidades de aplicação desta tecnologia para o monitoramento remoto de estruturas remanescentes que possam representar algum risco social ou ao meio ambiente, melhorando os aspectos de sustentabilidade do processo, de acordo com Eriberto Leite, gerente de Fiscalização do Aproveitamento Mineral da ANM.

Tecnologias inovadoras, como o uso de sensores remotos (satélites), integração de dados, inteligência artificial e sistemas de alerta oferecem oportunidades para atingir esse objetivo. O principal desafio é integrar as diferentes tecnologias em uma estrutura que atenda às necessidades dos usuários finais brasileiros e da sociedade em geral.

“A ferramenta possui o potencial de lançar luz em pontos desconhecidos, retroagindo ao passado em estruturas sem histórico de registro de monitoramento de deslocamento, bem como monitoramento periódico futuro de estruturas descaracterizadas, que tendem a estabilizar após fechamento”, diz Luiz Henrique Rezende, da Divisão de Segurança de Barragens da ANM em Minas Gerais.

Especialistas em geologia, engenharia e segurança de barragens da Agência Nacional de Mineração, especialistas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (SEMAD), além de doutorandos e professores da Universidade de Ouro Preto (UFOP) representaram a comitiva brasileira. Já a equipe da Holanda foi formada por especialistas em sensoriamento remoto, especialistas em banco de dados e especialistas em geotecnia da Deltares, Universidade de Twente, Universidade de Tecnologia de Delft e empresa SkyGeo.

“No Brasil e em outros países, há uma necessidade premente de melhorar o monitoramento de barragens de rejeitos, tanto as que estão em operação, quanto as inativas, além de tentar prever falhas potencialmente catastróficas”, afirma Ton Peters, especialista da Deltares.

(Fonte: http://www.anm.gov.br/noticias/brasil-e-a-holanda-se-unem-para-aperfeicoar-monitoramento-remoto-em-seguranca-de-barragens)

GOVERNO BOLSONARO APOIA O SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL NA REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL “SOUTH AMERICA WATER FROM SPACE II”


A Conferência Internacional “South America Water from Space II” é organizada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento da França (IRD), a Agência Espacial Francesa (CNES) e a Universidade Estadual do Amazonas (UEA). A tecnologia espacial via satélites tem sido utilizada para contribuir com o monitoramento hidrológico no Brasil desde 2008, principalmente, em áreas transfronteiriças e de difícil acesso. Pesquisadores da Europa, Estados Unidos e América do Sul estarão reunidos em busca de integração, entre os dias 4 e 7 de novembro, em Manaus, para que possam desenvolver a missão espacial SWOT (Surface Water & Ocean Topography), que será lançada em 2021. A CPRM faz parte da equipe científica de desenvolvimento dessa missão.

A programação do evento contempla inúmeras palestras para estimular o debate e avanço dessa ciência. Além disso, também será realizada uma simulação na ilha de Tupé para medir o nível do rio Negro a partir de receptores de satélites que são utilizados na validação de dados coletados diretamente do espaço.

Atualmente, cinco satélites fornecem informações sobre o nível de água dos rios brasileiros, assim como de qualquer outro país no mundo. São eles: Jason-3 , Sentinel 3a , Sentinel 3b , Icesat 2 e Cryosat-2, sendo mais de 1.000 estações virtuais em operação apenas na América do Sul. Entre os satélites que pararam de operar, mas possibilitaram o levantamento de uma base de dados, destacam-se: Envisat, Jason-2 , Jason-1 , Saral e Icesat.

Para realizar previsões de níveis dos rios, no período de inundações e secas, em pontos de interesse do país, é preciso observar também o comportamento das águas nas regiões que fazem fronteira com o Brasil. E a tecnologia espacial tem colaborado para expandir este monitoramento, estimando os níveis dos rios e a precipitação das chuvas, além de possibilitar o progresso geocientífico e complementação do monitoramento realizado por estações pluviométricas e fluviométricas da Rede Hidrometeorológica Nacional, que é operada pelo Serviço Geológico do Brasil, em parceria e com financiamento da Agência Nacional de Águas (ANA).

De acordo com o engenheiro cartógrafo da (CPRM), Daniel Moreira, as principais áreas transfronteiriças são: o Alto Rio Negro, com fronteiras com a Colômbia e Venezuela; rio Solimões em Tabatinga (tríplice fronteira Brasil, Colômbia e Peru); rio Madeira (fronteira com a Bolívia); entre outros pontos. "Além disso, temos outras bacias além da Amazônica, a exemplo da bacia do rio Paraguai que também carece de monitoramento principalmente fora dos limites territoriais brasileiros”, destacou.

“As regiões de fronteira, principalmente no Norte, são pouco habitadas. Muitas infelizmente tem conflitos e são rotas de tráfico de drogas, dentre outras atividades ilegais, o que aumenta a dificuldade e segurança da operação em campo. Os satélites buscam reduzir essa lacuna de insuficiência e incerteza de informações também sobre as águas, além da fronteira, nos países vizinhos”, acrescentou Moreira.

Ainda segundo Moreira, “em geral, a região Amazônica já traz uma complexidade, pois em geral a distância dos pontos de monitoramento para as superintendências regionais da CPRM são enormes”. “Apesar de termos estações em campo automáticas que transmitem dados através de celular ou comunicação via satélite, essas estações requerem manutenção com visita periódica, de forma a garantir a qualidade da informação gerada. Muitas dessas estações só podem ser visitadas por barco ou por avião. Caso surja um problema, mesmo com equipamento automático, semanas podem se levar até que o conserto seja providenciado”, disse.
O líder do grupo de pesquisa na área de Hidrologia da missão SWOT, Jean-François Cretaux do CNES, o cientista Ernesto Rodriguez da NASA (Agência Espacial Americana), o diretor de pesquisa Stéphane Calmant do IRD que é especialista na validação e calibração de dados de satélites, e outras referências mundiais irão palestrar na conferência internacional.

A equipe brasileira, assim como os membros da equipe científica do SWOT, terá acesso primário aos dados a serem obtidos pela missão e participará ainda da validação e calibração do satélite, que irá monitorar todos os oceanos e rios do mundo. Em especial no Brasil serão estudados o Alto Rio Negro, rio Paraguai e rio São Francisco, diariamente, durante seis meses.

Representantes de diversos países da América do Sul, como Colômbia, Peru, Chile, Bolívia e Uruguai, também estarão presentes.

Um acordo de cooperação técnica entre a CPRM e o IRD será assinado durante o evento para formalizar a pesquisa de Hidrologia por satélites entre as instituições. Por intermédio desta parceria foram publicados diversos artigos em revistas internacionais e capacitação do quadro técnico da CPRM a nível de mestrado e doutorado. Os pesquisadores e analistas em Geociências já publicaram dissertações e teses sobre esta linha de pesquisa. Outros estudos estão em andamento. Entre os profissionais estão: Alceu Mendel, Ana Carolina Costi, André Santos, Arthur Abreu, Bernardo Oliveira, Daniel Moreira, Fabio Araújo da Costa, Luana Martins e Mauro Trindade.

O acordo será assinado por: Marie-Pierre Ledru, representante do IRD no Brasil; Esteves Colnago, diretor-presidente da CPRM; Antônio Bacelar, diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM; e Maria-Glicia da Nóbrega Coutinho, chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais da CPRM.

Além da missão SWOT, o Serviço Geológico do Brasil também tem expectativa do lançamento da missão SMall Altimetry Satellites for Hydrology (SMASH), que pretende fazer o primeiro teste para uma altimetria espacial operacional com frequência diária, onde serão colocados em órbita 10 nano satélites exclusivos para o monitoramento hidrológico, sendo possível assim obter informações diárias do nível de água nos principais rios da América do Sul.

GOVERNO BOLSONARO REPASSA RECURSOS EXTRAS PARA A UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA – MG, ATINGIDA POR TEMPESTADE

O Ministério da Educação (MEC) lamenta a destruição de parte do campus da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata Mineira, atingida por tempestade dia 25/10, e informa que vai descentralizar recursos para reparar os danos causados.

O MEC vai repassar à UFV inicialmente o valor de R$ 5 milhões para o conserto dos prédios do campus, equipamentos e laboratórios de pesquisa.

(Fonte: Foto de Emanuel Laje, G1. http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=81781)