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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

MACRON ALÉM DE MENTIROSO É VELHACO

O Presidente da França, Emmanuel Macron, que está tentando inviabilizar o acordo comercial do Mercosul com a União Europeia para proteger os produtos franceses, usou fotos de décadas para falar a respeito de queimadas na região Amazônia. Além disso, atentou contra a soberania do Brasil, ao chamar a Amazônia de “nossa casa”.

"Queimada" e "incêndios" são coisas distintas. Ambas, é verdade, utilizam o fogo, ocorre que a "Queimada" é uma prática antiga para renovar uma área já utilizada por décadas, as "Capoeiras", num processo sazonal. Ocorre, que essa prática o Brasil vem abolindo, mas infelizmente ainda persiste em algumas comunidades distantes.

Já "incêndios", são atos criminosos, de pessoas inescrupulosas que querem aumentar uma área e tentam utilizar a prática em benefício próprio ou para afetar o governo por ser oposição ou ter interesse contrariado.

O Brasil utiliza outras áreas para o agronegócio. Não utiliza nenhuma prática tipo "queimada" ou "incêndio". O agronegócio na Amazônia é pequeno em relação ao restante do país, ademais é controlado. O Brasil desenvolveu tecnologia e hoje utiliza menos área plantada, com mais produtividade.

É mentira a alegativa de que o Brasil quer destruir as Amazônia. Na região residem 20 milhões de pessoas. O que o governo quer é aliar o desenvolvimento com a preservação ambiental nas áreas controladas.

O Brasil possui 63% de seu território com áreas preservadas, então Emmanuel Macron mente quando diz que o Brasil está destruindo a Amazônia.

VELHACO
Outrossim, Emmanuel Macron podia começar a pagar pelos USD 2,5 bilhões de crédito do Brasil pendente desde 2005 e que até hoje os franceses não pagaram (250M de toneladas de CO2) pelo MDL/Protocolo de Kyoto.

(Fonte: https://pleno.news/brasil/politica-nacional/ricardo-salles-pede-que-franca-pague-o-que-deve-ao-brasil.html?utm_source=Social&utm_medium=facebook&fbclid=IwAR1N6EX2CFKcReqvxp3Io_xQeoamp8HQ0LYZILv5ar5otN4vJIuyE6peBUA)

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

BOITOCE AOS PRODUTOS FRANCESES. O PRESIDENTE DA FRANÇA EMMANUEL MACRON É UM MENTIROSO E USOU FOTO DE DÉCADAS PARA ATACAR O BRASIL



O Brasil tem uma cultura antiga, que remonta à época do descobrimento – a queimada. Quando os portugueses chegaram aqui, notaram que era prática dos índios usarem o fogo para abrirem áreas de plantio, principalmente para a mandioca.

Ainda hoje temos esse problema disseminado no campo, em menor escala, é verdade, mas ainda persiste.

O Presidente Jair Bolsonaro, estabeleceu como interesse nacional conciliar o desenvolvimento com a questão ambiental, isso foi o suficiente para os interessados pelas nossas riquezas da Amazônia, colocassem os tentáculos à amostra.

Para se ter uma ideia, o Presidente da França, Emmanuel Macron, que está tentando inviabilizar o acordo comercial do Mercosul com a União Europeia para proteger os produtos franceses, usou até uma foto de um fotógrafo que morreu em 2003 para atacar o Brasil. Ademais ainda chamou a Amazônia de “nossa casa”, atentando contra a soberania do Brasil.

A foto postada por Macron é da capa do jornal The Guardian de 1989, segundo a Globonews.

Ocorre, que a NASA disse que as “Queimadas na Amazônia estão abaixo da média”.

NÃO COMPRE PRODUTOS, NEM UTILIZE SERVIÇOS FRANCESES. EXEMPLO:


Accor
Air France 
Air Liquide 
Alcatel
Alstom 
Areva
Aventis 
Axa
Balenciaga
BIC
BNP Paribas
Bouygues
Carrefour 
Cartier
Casino
Celine
Champion
Chanel
Chloé
Citroën
Danone
Dior
EDF
Elf
FNAC
France Telecom
Givenchy
Hermès
Lancôme
Lanvin
Leroy Merlin 
L'Oréal Paris
Louis Vuitton
Michelin
Michelin
Orange
Peugeot
Renault
Peugeot 
Pom’Potes
Renault
Saint Gobain
Saint Laurent
Suez
Thales
Thomson
Total e Vivendi
Etc...


(Fonte: Dados da NASA contidos em https://renovamidia.com.br/queimadas-na-amazonia-estao-abaixo-da-media-diz-nasa/)

CRIMINALIDADE DIMINUI NO BRASIL. GOVERNO BOLSONARO DIVULGA DADOS

O Brasil registrou queda em todos os nove crimes registrados na plataforma Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp). O número de homicídios caiu 21,2% e o número de latrocínios teve redução de 23,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

No primeiro quadrimestre de 2019 foram registrados 13.142 homicídios em todo o país, nos quatro primeiros meses de 2018 o número chegou a 16.670. As tentativas de homicídio caíram 8,6% e o roubo de veículo teve queda de 27,5%.

Os dados do Sinesp também mostram redução de 13,6% nos estupros. Houve queda ainda em relação aos crimes de lesão corporal seguida de morte (-5,3%), furto de veículos (-11,1%), roubo à instituição financeira (-38,5%) e no roubo de carga (-27,3%).


Desde março de 2019 o país conta com estatísticas criminais oficiais e confiáveis publicadas no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública com base nos boletins de ocorrência dos estados e do Distrito Federal, registrados pelo Sinesp.

O SINESP
O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp) é uma plataforma de informações integradas, que possibilita consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre segurança pública, implementado em parceria com os entes federados.


A plataforma firmou-se como um dos meios e instrumentos para a implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS), instituindo-se o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Além disso, torna acessível informações estatísticas sobre crimes como: estupro, lesão corporal seguida de morte, homicídio doloso, latrocínio, tentativa de homicídio, roubo de veículo, furto de veículo, roubo de carga e roubo à instituição financeira.

GOVERNO BOLSONARO DESTINA MAIS DE SEIS MILHÕES NA PREVENÇÃO AO USO DE ÁLCOOL, TABACO E OUTRAS DROGAS POR GESTANTES, LACTANTES E MÃES DE CRIANÇAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA

O Ministério da Cidadania conquistou cerca de R$ 6,2 milhões para investir na prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas por gestantes, lactantes e mães de crianças na primeira infância, que vai até os três anos de vida. Elas irão receber orientações de técnicos capacitados, visando a promoção da saúde, o fortalecimento de vínculos familiares e a proteção e conscientização sobre os riscos que estas substâncias podem causar.
O projeto Hera, que faz referência à deusa do nascimento na mitologia grega, foi elaborado pela Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção ao Uso de Drogas (Senapred), e irá capacitar 10,4 mil trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad) em todo o País.
Os mais de R$ 6 milhões de reais que serão investidos na prevenção, são provenientes do Fundo de Defesa de Direitos Difusos – ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O dinheiro é fruto de condenações judiciais, indenizações e multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa do Econômica (Cade). Os projetos e programas que serão financiados pelo órgão devem ter como foco a recuperação, conservação e preservação do meio ambiente; à proteção e defesa do consumidor; à promoção e defesa da concorrência; ao patrimônio cultural brasileiro, entre outros. O Fundo é comandado por um Conselho Federal Gestor, composto por representantes do governo federal, Ministério Público Federal e sociedade civil.
De acordo com o secretário Nacional de Cuidados e Prevenção ao Uso de Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, os recursos serão fundamentais para levar este tipo de informação para um público, às vezes, esquecido nas campanhas de prevenção. “Temos que ter um cuidado grande com essa população, já que as drogas que forem utilizadas pelas mães durante a gestação e o período de amamentação acabam atingindo diretamente o feto e a criança. E, dessa forma, afeta o seu sistema nervoso central, em especial o seu cérebro que está em formação”, disse.
O secretário também alerta para o uso de drogas das mães durante a primeira infância dos filhos. “Nós sabemos que a primeira infância é um período extremamente importante para o desenvolvimento das pessoas. E as crianças precisam de um cuidado bastante especial, se as mães utilizam essas substâncias psicoativas, a qualidade do cuidado pode estar prejudicada”, reforçou.

GOVERNO BOLSONARO: INDÚSTRIA DE DEFESA GERA MILHARES DE EMPREGOS E É ESTRATÉGIA PARA A SOBERANIA NACIONAL


Forno de micro-ondas, panela de teflon, telefones celulares, internet, computadores. Nas últimas décadas, essas e outras inovações tecnológicas estão presentes no dia a dia das pessoas. A utilização desses produtos é tão comum que, com certeza, quase ninguém se dá conta que tiveram origem em atividade militar. A partir do uso militar, algumas das invenções tecnológicas foram adaptadas para serem integradas ao cotidiano das populações.
Um exemplo mais conhecido é o computador. Os primeiros modelos foram desenvolvidos para o Exército dos Estados Unidos com a finalidade de auxiliar em cálculos de artilharia. Chamado Eniac, o aparelho começou a ser utilizado oficialmente no ano de 1946.

Devido ao alto valor agregado desses produtos e a possibilidade de serem utilizados em funções civil e militar, o Governo Federal incentiva o incremento da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira. Responsável pela geração de milhares de empregos, a indústria de defesa é um setor importante para a economia, além de ser estratégico para garantir a soberania do território nacional.
O professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Jorge Ramalho reforça o entendimento de que o projeto militar de hoje pode gerar tecnologias futuras. “A indústria de defesa é marcada pelo seu alto grau tecnológico e pelas externalidades positivas que cria para a economia, favorecendo o desenvolvimento de inovações que, cedo ou tarde, se transferem para a indústria civil, agregando produtividade à economia”, expôs o pesquisador.

O Secretário de Produtos de Defesa, Marcos Degaut, aponta a BID como setor responsável por contribuir para o reaparelhamento das Forças Armadas e, consequentemente, essencial à soberania do território nacional. “A base industrial de defesa, em grande parte, é responsável por fornecer os meios e desenvolver soluções e plataformas para que as Forças Armadas obtenham e desenvolvam as capacidades necessárias ao adequado emprego do aparato militar, a fim de assegurar a integridade de nosso território e de nossas instituições”, ressaltou Degaut.

GERAÇÃO DE EMPREGO
De acordo com levantamento realizado, neste ano, pela Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa (MD), mais de mil empresas integram a BID no Brasil. Apenas as 107 empresas cadastradas no Ministério da Defesa como sendo de Defesa (ED) ou Estratégica de Defesa (EED) são responsáveis, atualmente, pela geração de mais de 285 mil empregos diretos e 850 mil indiretos.
Outro dado positivo em relação à oferta de emprego é que, por exigir maior capacitação técnica, o salário médio desse segmento é aproximadamente duas vezes maior ao da média nacional. Dessa forma, estimular a BID é fundamental para ampliar a competitividade da indústria nacional e aumentar sua produtividade, produzindo bens e serviços com maior conteúdo tecnológico.
Para o professor Antônio Ramalho, os benefícios ao fomentar a indústria de defesa são diversos e possuem reflexos positivos em áreas diferentes. “Há ganho tecnológico em função do perfil dos produtos da indústria de defesa. A melhor maneira de incentivar esse segmento da economia é assegurar a continuidade das encomendas, por um lado, e, por outro, estimular a associação entre universidades, centros de pesquisa e indústrias”, esclareceu o especialista.


INCENTIVO
Defesa e desenvolvimento estão alinhados quando os investimentos na capacitação das Forças Armadas criam condições que favorecem a inovação e o crescimento econômico. Por isso, o Ministério da Defesa trabalha na implementação de políticas e empreendimentos para associar a recomposição da capacidade operativa da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em busca de autonomia tecnológica e do fortalecimento da BID.
Uma das iniciativas que se encontra em tratativas avançadas é a criação do Banco de Defesa Nacional (BDN), como parte da Estratégia de Financiamentos e Investimentos no Setor de Defesa brasileiro (EFID). O BDN será um banco privado, constituído a partir de participações de investidores nacionais e estrangeiros.
Essa estratégia trará vantagens imediatas como burocracia reduzida, alta expertise na área de defesa, estruturação e oferta de garantias e contra-garantias customizadas, atuação em todas as fases de maturidade das empresas, atuação em mercados externos e financiamentos a órgãos públicos nas três esferas: federal, estadual e municipal.
Outros instrumentos voltados ao desenvolvimento tecnológico e ao incentivo à BID foram a publicação da Lei 12.598/12, que criou marco legal favorável aos investimentos privados nesse setor; e o Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (RETID), que desonerou empresas de diversos encargos, estabeleceu incentivos ao desenvolvimento de tecnologias indispensáveis ao país, além de ter diminuído o custo de produção de companhias legalmente classificadas como estratégicas para a Defesa.
Até julho deste ano, dados da SEPROD mostram que o Brasil autorizou mais de US$ 937 milhões em exportações de itens da Base Industrial de Defesa, valor equivalente ao autorizado em todo o ano de 2018. Estima-se que a eliminação dos gargalos do setor possa, no curto prazo resultar, em índices anuais de exportação superiores a US$ 3 bilhões.

(Fonte: Por Lane Barreto. Fotos: Tereza Sobreira - Assessoria de Comunicação Social - Ministério da Defesa – Fone: (61) 3312-4071)


GOVERNO BOLSONARO AUTORIZA MAIS R$ 102 MILHÕES PARA AÇÕES DE MOBILIDADE URBANA NO PAÍS


O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) aprovou o financiamento de 13 projetos na área de mobilidade urbana para 11 cidades nos estados da Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Os municípios foram selecionados por meio do Programa Avançar Cidades, no Grupo 1, e terão acesso a R$ 102 milhões para investimentos.

Os valores serão aplicados em obras de qualificação viária e em intervenções voltadas ao transporte não motorizado, além da elaboração de estudos e projetos. Esta é a segunda lista de propostas aprovada pelo MDR no âmbito do Grupo 1 em 2019. Anteriormente, a Pasta selecionou outros 22 projetos da mesma categoria, além de cinco proposições do Grupo 2.

O Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana está dividido em dois grupos, conforme o porte do município. O Grupo 1 é composto por cidades com até 250 mil habitantes, enquanto o Grupo 2 inclui os centros urbanos com população superior a 250 mil moradores.

A divulgação das Portarias de seleção de proposta representa a última etapa para a obtenção do financiamento via Avançar Cidades. As cartas-consulta foram apresentadas aos agentes financeiros e obtiveram parecer favorável aos projetos básicos dos empreendimentos e às análises de risco e de engenharia.
Condições de financiamento

Os recursos disponibilizados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana são de financiamento, oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme previsto no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte), regulamentado pela Instrução Normativa nº 27/2017.

A taxa nominal de juros das operações de empréstimo do Pró-Transporte é de 6% ao ano, podendo ser acrescida taxa diferencial de até 2% e taxa de risco de crédito de até 1%. O prazo para pagamento pode chegar a 20 anos, com carência de até 48 meses.

Após a seleção final pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, os municípios têm até um ano para formalizar a contratação da proposta com o agente financeiro. Os proponentes poderão acessar o financiamento em diversas instituições financeiras habilitadas no Pró-Transporte.

O cadastramento de propostas para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento Regional. 

Dúvidas e mais informações: avancar.mobilidade@cidades.gov.br.

GOVERNO BOLSONARO ENVIA MAIS 42 ESTUDANTES BRASILEIROS PARA ESTUDAR E ADQUIRIR EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL NO EXTERIOR


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA JAIR MESSIAS BOLSONARO continua incentivando a educação dos nossos estudantes.
Oportunidade de melhorar a proficiência em língua espanhola, viver uma outra cultura e se envolver em projetos de pesquisa na área de conhecimentos dos seus cursos. A cada ano, estudantes brasileiros fazem as malas para a experiência de intercâmbio estudantil em países da América Latina no âmbito do Mercosul Educacional.
Para o início do atual semestre letivo, 42 estudantes brasileiros foram selecionados pelo Programa de Mobilidade Acadêmica Regional em Cursos Acreditados (Marca), do Ministério da Educação e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
A Argentina foi o principal destino dos estudantes: 23 escolheram estudar no país. Uruguai, Bolívia, Paraguai e Colômbia foram outros lugares de destino.
Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em Campos Leopoldo (RS), Arthur Fidelix Ferrari fará intercâmbio na Universidad Nacional de Córdoba, na Argentina. “Espero obter novas visões e maneiras de pensar a arquitetura pela América Latina”, disse o estudante de 22 anos.
Bruna Henriques da Silveira, 23 anos, cumprirá o intercâmbio na Universidad Nacional de San Juan, na Argentina. “Uma mobilidade onde se juntam cultura, estudo e outro idioma transforma a vida de uma pessoa”, afirmou a estudante, que cursa Arquitetura e Urbanismo no Brasil.

Desde 2008, o Programa Marca já possibilitou a ida de 698 estudantes brasileiros a países latino-americanos. Em contrapartida, 745 alunos dos países vizinhos vieram estudar em universidades brasileiras. O período de cinco meses de estudo no exterior é custeado por ambos os países.
O Programa Marca objetiva melhorar a qualidade acadêmica por meio de sistemas de avaliação e acreditação de cursos. Para além do intercâmbio de estudantes, um coordenador em cada instituição fica responsável por orientar e acompanhar as atividades de estudo e pesquisa dos alunos.
Para mais informações sobre a mobilidade acadêmica regional, acesse a página do Programa Marca.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

GOVERNO BOLSONARO DETERMINA OBRAS NAS RODOVIAS FEDERAIS NO MARANHÃO



O Governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro avança nas obras de infraestrutura do país. Agora é no Maranhão.

BR 226 NO MARANHÃO
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) retomou as obras de pavimentação da BR-226/MA e o alargamento da pista na travessia urbana de Timon (MA), no Estado do Maranhão. O valor total dos serviços é de R$ 88.500.000,00. O prazo para a execução dos trabalhos é até janeiro de 2021.
Do total de 111 quilômetros que serão pavimentados na BR-226/MA, já foram concluídos 25,5 km, entre os km 75 (Povoado Baú) e o km 100 (fim do trecho), o que representa 22,9% da obra, em extensão.

A obra teve seu reinício em 19 de junho de 2019.

BR 135 NO MARANHÃO
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT segue com os serviços de manutenção da BR-135/MA em segmentos do trecho localizado entre Presidente Dutra e o povoado Orozimbo. A Autarquia já concluiu a recuperação da base na travessia urbana de São Domingos do Maranhão, na altura do km 380, e agora executa a nova capa asfáltica.

Os serviços visam a recuperação deste trecho da rodovia, que apresentava sinais de desgaste. Eles fazem parte do contrato de manutenção e conservação da BR-135/MA, que abrange desde o km 340 até o km 514 e visa garantir as boas condições de trafegabilidade da rodovia até maio de 2020.