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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

PESQUISA MOSTRA GRAU DE INSEGURANÇA DOS BRASILEIROS E O NÍVEL DE CONFIANÇA NAS POLÍCIAS

A sensação de insegurança é alta entre os brasileiros. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) sobre Segurança Pública, divulgado neta quinta-feira (02/12). A pesquisa mostra que nove em cada dez entrevistados têm medo de ser vítimas de crimes como homicídio, assalto à mão armada ou roubo de residência.

Foram entrevistadas 2.770 pessoas nas cinco regiões do país. A maioria dos entrevistados, 78,6%, afirmou ter muito medo de morrer assassinado. O mesmo ocorre em relação ao medo de ser vítima de assalto à mão armada (73,7%). Também é alto o percentual de pessoas que temem encontrar a casa arrombada (68,7%). Em relação à agressão física, o grau de medo entre os entrevistados é menor (48,7%).

A pesquisa aponta que o medo de arrombamento é mais baixo na classe média, em famílias com renda entre cinco e dez salários mínimos. Esse medo aumenta à medida que a renda se torna muito baixa ou muito alta.

Entre os jovens de 18 a 24 anos de idade, o medo de ter a residência arrombada ou de sofrer agressão física é menor do que nas demais faixas etárias. Segundo o estudo, 60% dos jovens responderam ter muito medo de arrombamento. Porém, apenas 40% temem agressão física, parcela pequena se comparada aos 51,4% daqueles que têm entre 45 e 54 anos, ou aos 57% da faixa etária com mais de 55 anos.

A pesquisa também avalia os serviços prestados pela polícia e os problemas relatados pela população no contato com os policiais. A Polícia Federal conta com o maior grau de confiança por parte da população (82,5%), enquanto 74,1% apresentam algum grau de confiança na polícia civil e 72,3% na polícia militar. O nível de confiança nas guardas municipais foi menor: 68,1%.

De acordo com o Ipea, a avaliação geral dos serviços comumente prestados pelas instituições policiais é negativa. Os resultados da pesquisa mostram que 61,7% dos entrevistados apontaram lentidão da polícia no atendimento a emergências quando o pedido de socorro é feito por telefone. Nas regiões menos povoadas e mais carentes de serviços de infraestrutura (Norte e Centro-Oeste) se encontra o maior percentual de cidadãos satisfeitos com a rapidez no atendimento emergencial: 48,8% e 49,5%, respectivamente, contra cerca de um terço nas demais regiões.

(Fonte: Agência Brasil - Correio Braziliense)

POLICIAIS CIVIS SÃO PRESOS

(Foto: Site Miséria)

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (02/12) Mandados de Busca e Apreensão contra Policiais Civis e ex-Policiais Militares na região do Cariri e Centro Sul do Ceará. Denominada de "Terremoto", a operação prendeu dentre outros, o Delegado Levi Gonçalves Leal e os Inspetores Márcio e Anderson.

Também foi preso um ex-policial militar de nome Erasmo, que foi expulso da Polícia Militar do Ceará há cerca de oito anos.

Os presos são acusados de favorecimento ilícito, posse de veículos clonados, dentre outros crimes.

Na residência do delegado Levi, no Bairro Lagoa Seca, em Juazeiro do Norte - CE, a Polícia Federal recolheu um veículo Honda Fit de cor cinza com placa clonada de São Bernardo dos Campos (SP). O carro foi apreendido pelo então Delegado Regional de Juazeiro do Norte, Marcos Antônio dos Santos.

O inspetor Márcio é da Delegacia Regional de Iguatu e foi preso naquela cidade, enquanto Anderson foi recolhido em sua residência no Parque São Geraldo, em Juazeiro do Norte.

Outros procurados

Outro ex-policial militar chamado Ricardo Bento deixou de ser preso porque não se encontrava em casa quando a PF chegou na manhã de hoje. Segundo informações da Polícia Militar, ele já responde por homicídio.

Outro Mandado de Busca e Apreensão foi cumprido na residência do policial civil Paulo Andrade, mas ele não foi encontrado.

(Fonte: Plantão de Polícia, Miséria)

O PURGATÓRIO CHEGA AO FIM

O Rio e, por extensão, o Brasil viveram um hiato de tolerância ao crime que perdurou por quase três décadas delimitadas por dois símbolos. Um destes símbolos pôde ser aplaudido ontem: o hasteamento das bandeiras do Brasil e do Estado do Rio no topo do enclave do Alemão, a ex-república livre do tráfico carioca. O gesto materializou uma vitória da sociedade sobre os criminosos. Foi um momento de virada, tanto quanto a bandeira dos EUA hasteada no topo do Monte Suribachi, na ilha de Iwo Jima, em 1945, representou o instante no qual a maré da guerra se virou decisivamente contra o Japão.

O outro símbolo deste hiato, aquele que marcou o início da rendição ao crime, pode ser identificado há 29 anos, o momento em que morar no Rio deixou de ser o sonho dos brasileiros para se transformar em risco de vida. Em 1981, no fim do regime militar, a Secretaria da Segurança do Rio era ocupada pelo general Waldyr Munis, que nomeara um coronel do Exército, Nilton de Albuquerque Cerqueira, para o comando da PM. Oficial que liderara em 1971 a caça ao guerrilheiro Carlos Lamarca, Cerqueira fez o que se esperava dele: começou a punir policiais corruptos e a prender às mancheias os fora-da-lei, bicheiros e traficantes, inclusive.

Incomodados, os bicheiros pressionaram o governo do Estado. O presidente-general João Figueiredo, que avalizara Cerqueira, concordou com sua destituição. Ativistas de esquerda, que execravam Cerqueira pela morte de Lamarca, celebraram a demissão. Nascia ali a conjunção que levaria à explosão da criminalidade. Vistas grossas para a contravenção e o tráfico, rejeição ao poder repressivo, sobretudo o fardado, e a associação de políticos com criminosos se somaram ao glamour com que o consumo de drogas e a delinquência passaram a ser encarados pela Zona Sul para formar o coquetel do desastre.

Dali em diante, naquele início da década de 80, abriram-se as comportas do inferno para os cariocas. O populismo legado pelo governador Chagas Freitas e irrigado pelo governo de Leonel Brizola fez do Rio a cidade maravilhosa da delinquência: policiais foram proibidos de subir os morros e a corrupção se espalhou como um câncer a corroer o sistema de segurança fluminense. O tráfico assumiu um poder paralelo no Estado.

A demissão de Cerqueira tinha sido um sinal claro: havia limites para o combate ao crime no Rio e quem o ultrapassasse teria sua cabeça a prêmio. Já general da reserva, Cerqueira retornaria ao governo quase 15 anos depois, como secretário da Segurança, mas seus métodos militares já não faziam efeito: o crime tinha ganhado raízes tão profundas que não bastavam blitze nas avenidas e intervenções esporádicas e violentas nas favelas. Era preciso outra estratégia.

Para que caveirões subindo morros e bandeiras hasteadas por policiais fossem aplaudidos, houve uma combinação de novos ingredientes, a começar pelo fato de os governos federal e estadual terem afinal se dado conta de que repressão ao crime não é uma ação autoritária, mas uma imposição da democracia, e que a vitória dos homens de bem contra os bandidos é um manancial de votos bem mais generoso que o apoio eleitoral de contraventores. O resultado concreto desta convicção foram as UPPs, unidades de polícia pacificadora, uma excepcional iniciativa que só poderia dar certo se o populismo e a tolerância ao crime caíssem em desgraça.

Não deve se desprezar, porém, três outros fatores simbólicos para o Rio se insurgir contra a criminalidade e fazer desta a semana em que o Brasil, assim como domou a inflação, passou a crer que também pode reverter a criminalidade. Os dois fatores mais visíveis são a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O país e, em especial, o Rio têm a meta de não envergonhar gerações e gerações de brasileiros e, do mesmo modo que uma empresa em dificuldades, se uniu em torno de um objetivo na busca da salvação. Varrer o poder paralelo do crime, e fazer as coisas entrarem nos eixos, serão os maiores legados possíveis da Copa e dos Jogos Olimpícos. O terceiro fator está nas forças liberadas por um filme e sua sequência: a torcida escancarada dos brasileiros de todas as classes pelo capitão Nascimento deixou claro o fim da era populista e o início de um tempo em que os homens de bem não têm mais vergonha de proclamarem de que lado estão. O purgatório finalmente está chegando ao fim.

(Fonte: Marcelo Rech - Via e-mail do Gen Freire)

I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE A ECONOMIA CRIATIVA DO NORDESTE

Fortaleza receberá, entre os dias 08 e 10 de dezembro, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a I Conferência Internacional sobre a Economia Criativa do Nordeste, evento que reunirá pesquisadores de várias universidades brasileiras e estrangeiras, além de representantes dos poderes públicos com o objetivo de discutir estratégias de fomento à economia criativa e pensar sobre como as indústrias criativas podem colaborar para o desenvolvimento do Nordeste brasileiro, especialmente do Ceará com intercâmbio de estudos e modelos de gerenciamento.

Informações: Fone (85) 3023 6135, E-mail anima@animacult.com.br ou acesse a home www.animacult.com.br.

(Fonte: Via e-mail do JB Abreu)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

PRESO FLAGRADO COM CHIP DE CELULAR É FALTA GRAVE

Presos que forem flagrados com chips de celulares cometem falta disciplinar grave, que deve levar à regressão do cumprimento da pena e à perda dos dias que poderiam ser descontados do total da sentença em razão de trabalho prisional desenvolvido pelo detento. Isso foi o que o decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF), em dois julgamentos recentes.

Nos dois casos analisados por duas turmas do STF, presos que cumpriam pena em regime semiaberto voltaram para a prisão no final do dia com chips de celulares, o que foi considerado ilegal pelos ministros. Eles entenderam que, apesar de o objeto não constar da lista de itens proibidos na Lei de Execução Penal, seu objetivo dentro da cadeia é permitir a comunicação dos presos.

Em ambas as decisões, os ministros lembraram que o chip poderia ser usado caso o preso conseguisse um celular emprestado e que muitos crimes ainda acontecem a partir de ordens que saem das prisões.

(Fonte: Agência Brasil, Diário do Pará)

CAIXÃO DO ASSASSINO DE KENNEDY VAI SER LEILOADO

O caixão em que Lee Harvey Oswald (suspeito do assassinato do presidente americano John F. Kennedy) ficou enterrado por quase 20 anos vai ser leiloado pela casa de leilões Nate D. Sanders, da Califórnia (EUA).

O lance inicial será de US$ 1.000 (pouco mais de R$ 1.700), mas a casa afirmou que espera arrecadar mais, graças ao interesse de museus e colecionadores particulares. O leilão está marcado para 16 de dezembro, em Los Angeles.

O caixão foi exumado em outubro de 1981, após uma disputa judicial entre a viúva, Marina, e Robert, irmão de Oswald. Marina queria "tirar a limpo" uma teoria da conspiração em voga na época, de que um agente russo muito parecido com Oswald teria sido enterrado no lugar dele.

Um exame mostrou que o corpo era mesmo do suspeito, e ele foi novamente enterrado num cemitério em Fort Worth, no Texas, em um novo caixão. O antigo ataúde, que ficou guardado, agora está sendo vendido pela funerária que fez o segundo enterro de Oswald. Simples e feito em pinho, ele está bastante danificado pela umidade (foto acima).

Kennedy foi morto em 22 de novembro de 1963 em Dallas, no Texas. Lee Harvey Oswald (foto abaixo) é apontado como o assassino de um dos crimes mais discutidos no mundo até hoje.

Oswald também morreu baleado, dois dias depois de assassinar Kennedy (foto abaixo do momento do seu assassinato), e acabou nunca indo a julgamento pelo crime.

(Fonte: G1 e Agências internacionais)

BRASILEIRO TERÁ QUE TRABALHAR MAIS PARA SE APOSENTAR

"Aumento da expectativa de vida muda cálculo do fator previdenciário."

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros fará os novos aposentados trabalhar mais para manter o valor dos benefícios. O Ministério da Previdência divulgou nesta quarta-feira (1/12) a nova tabela do fator previdenciário, que altera o valor das aposentadorias por tempo de contribuição.

A nova tabela incidirá nos benefícios requeridos a partir de agora. Levada em conta no cálculo do fator, a expectativa de vida interfere no cálculo dos benefícios previdenciários. Uma sobrevida maior para o segurado no momento do pedido do benefício aumenta a idade mínima para a obtenção da aposentadoria integral.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, um segurado com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição terá de contribuir por mais 41 dias corridos para manter o valor do benefício. Para um segurado com 60 anos de idade e 35 anos de contribuição, o tempo de contribuição aumentará em 48 dias.

Segundo as projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas hoje, a expectativa de vida do brasileiro aumentou de 72,9 anos em 2008 para 73,2 anos em 2009.

O fator previdenciário é usado somente no cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição.

Se o fator for menor do que um, haverá redução do valor do benefício. Se o fator for maior que um, há acréscimo no valor. Somente se o fator for igual a um, a aposentadoria será integral.

O ministério esclarece que as aposentadorias já concedidas não sofrerão alteração. O valor também será mantido para as aposentadorias em análise, desde que pedidas até terça-feira. Na aposentadoria por invalidez, a fórmula não é usada. Na aposentadoria por idade, a fórmula é utilizada opcionalmente, apenas para aumentar o valor do benefício.

(Fonte: Agência Brasil, Correio Braziliense)

TERRITÓRIO DA PAZ SEM PAZ

(O 165º homicídio no "Território da Paz" de Fortaleza em 2010)

Lendo uma matéria do Jornal Diário do Nordeste, edição de hoje (1º/12), dando conta do número de assassinatos registrados na área do Programa "Território da Paz" do Governo Federal, em Fortaleza - CE, de que "subiu para 165 o número de pessoas assassinadas, somente neste ano de 2010, naquele "Território da Paz", área que abrange os bairros Bom Jardim, Granja Lisboa, Granja Portugal, Siqueira e Canindezinho", fiquei estarrecido.

De janeiro até ontem (30/11), foram registrados 64 assassinatos somente no bairro do Bom Jardim. Esses números são maiores do que os registrados antes da intervenção do governo através do programa naquela área da capital.

O "Território da Paz" não tinha Base Territorial

Quando o então Primeiro Ministro Inglês Sir Robert Peel estabeleu em 1829 os Princípios da Polícia Moderna, o 4º e 9º princípios já priorizavam a existência de uma Base no Território.

Assim também foram estabelecidos em 1980 os Princípios da nova Polícia Ostensiva Brasileira, no Manual Básico de Policiamento Ostensivo da IGPM - Inspetoria Geral das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares. Lá a premissa básica estabelecida é a Base Territorial dentro das suas variáveis, a Forma (desdobramento e escalonamento) e o Lugar (urbano e rural).

Foi crasso o erro cometido pelo governo de não estabelecer uma Base Territorial Integrada naquele "Território da Paz" de Fortaleza.

Por outro lado, a mesma matéria diz que hoje, quarta-feira (1º/12) - entendo como um ajuste necessário -, será inaugurada no Bom Jardim, uma Base de Policiamento do Ronda do Quarteirão. Ainda bem que o despertar chegou, pois tínhamos um território tipo "corpo sem cabeça".

Em 2007 quando começamos a desenvolver a estrutura do PID - Policiamento Integrado e Dinâmico, como um "laboratório" na Polícia Militar do Ceará para o Programa Ronda do Quarteirão, contemplamos os territórios com Bases, foi assim no 1º - Porto das Dunas; no 2º - Vila Velha e no 3º - Jabuti. Tudo como ensinamentos e lógicas básicas práticas da atividade de segurança pública.

Mesmo no pouco tempo que estivemos no Comando da PMCE (menos de nove meses), implantamos três Bases e estávamos estruturando outras cinco, inclusive já com os locais das Bases disponíveis num esforço com as comunidades que seriam contempladas. E o que fizeram? Acabaram crassamente as Bases do PID com a efetivação do Programa Ronda do Quarteirão.

Ora, somente o Policiamento Motorizado com as emblemáticas Hilux, por exemplo, causam um fenômemno chamado em segurança Pública de "insulamento". Isso ficou patente desde os primórdios do Policiamento de Radiopatrulha (Detroit - EUA). É o que está acontecendo aqui em Fortaleza, mas não tão presente nas cidades menores do interior do Ceará, onde a Base Territorial está mais próxima (BPM, CIA PM, PPM, GPM, DPM ou Núcleo). Cidades de médio porte, como Maracanaú, Caucaia e Juazeiro do Norte, por exemplo, principalmente aquelas com mais de 100 mil habitantes, carecem igualmente de tal estratégia que deve ser aplicada em Fortaleza.

O que o Rio de Janeiro está Fazendo atualmente? UPPs - Unidades de Polícia Pacificadora, contemplando Bases Territoriais!

O que a futura Presidente Dilma está prometendo para os próximos quatro anos? implantar 2883 PPCs - Postos Policiais Comunitários!

A nova onda mundial e os tempos exigem cuidados com o ser humano (inclusive com os policiais e suas famílias), com o território e as necessárias intervenções interdependentes, ou seja, exigem Segurança Global.

Entretanto, diante de tudo, não esqueçam: a Base Territorial por si só não basta. É verdade que o corpo deve ter cabeça, mas deve possuir principalmente coração... e alma !

(Base do PID Porto das Dunas - Inaugurada em 10/01/2007. Foi desativada)

(Base do PID Vila Velha - Inaugurada em 01/02/2007. Foi desativada)

(Base do PID Jabuti - Inaugurada em 12/03/2007. Foi desativada)

(Fonte: Adail Bessa de Queiroz - Ms. em Segurança Pública)

TOLERÂNCIA ZERO ! A ÚNICA SOLUÇÃO

Todos nos revoltamos e não concordamos com as coisas erradas que existem e acontecem no país. O que a gente não tem consciência é de quanto somos peças importantes na solução desses problemas.

É fácil resolver a situação de violência no Brasil e só depende de nós, cidadãos brasileiros. A chave para a solução dos problemas atuais é a mesma que o prefeito de Nova Iorque usou há mais de uma década: TOLERÂNCIA ZERO.

Abaixo, segue uma seqüência de problemas e soluções que você pode praticar.

Veja alguns mandamentos éticos que você pode usar:

1. Você acha um absurdo a corrupção da polícia?
Solução: NUNCA suborne nem aceite suborno!


2. Você acha um absurdo o roubo de carga, inclusive com assassinato dos motoristas?
Solução: EXIJA a nota fiscal em TODAS as suas compras!


3. Você acha um absurdo a desordem causada pelos camelôs?
Solução: NUNCA compre nada deles! A maior parte de suas mercadorias é de produtos roubados, falsificados ou sonegados.


4. Você acha um absurdo o poder dos marginais das favelas?
Solução: NÃO consuma drogas!


5. Você acha um absurdo o enriquecimento ilícito?
Solução: denuncie à Receita Federal aquele vizinho que enriquece repentinamente. Não o admire, repudie-o.


6. Você acha um absurdo a quantidade de pedintes no sinal ou de flanelinhas nas ruas?
Solução: NUNCA dê nada.


7. Você acha um absurdo que qualquer chuva alague a cidade?
Solução: jogue o LIXO no LIXO.


8. Você acha um absurdo haver cambistas para shows e espetáculos?
Solução: NÃO compre deles, ainda que não assista o evento.


9. Você acha um absurdo o trânsito da sua cidade?
Solução: NUNCA feche o cruzamento


10. Você acha um absurdo o poder econômico e militar dos Estados Unidos da América?
Solução: Prestigie a indústria brasileira, dentro do que lhe seja possível.


11. Você está indignado com o desempenho de seus representantes na política?
Solução: Nunca mais vote neles e espalhe aos seus amigos seu desalento e o nome dos eleitos que o decepcionam.


Estamos passando por uma fase de falta de cidadania e patriotismo. Precisamos mudar nosso comportamento para que possamos viver num país onde tenhamos orgulho de dizer: EU SOU BRASILEIRO! Ficando parado, você não contribui com nada, portanto não pode reclamar.

Pratique os pontos com os quais você concordou, divulgue esta mensagem e você estará contribuindo para um Brasil melhor.

(Fonte: Diabetenet - Via e-mail do Célio)

CARCAÇA DE UMA SOCIEDADE - A TRAGÉDIA CARIOCA, MALDITO FRUTO DE INSTITUIÇÕES PÚBLICAS QUE CONVERGEM MISÉRIA EM VIOLÊNCIA

Por que o Rio de Janeiro é uma cidade tão violenta? Por que tem um número tão alto de homicídios e de assaltos todo ano? Por que grande parte da capital carioca, sobretudo as áreas mais carentes, está dominada por grupos armados? Por que a história do Rio é marcada pela repetição de acontecimentos traumáticos na área de segurança pública, acontecimentos que chamam a atenção do mundo?

Vigário Geral e Candelária explicitaram a violência absurda da polícia carioca. O sequestro do Ônibus 174 demonstrou a precariedade dessa polícia e deixou à mostra a violência de um ex-menino de rua que preferiu “tentar a sorte” a se entregar ao Estado que o torturou a vida inteira. O brutal assassinato de Tim Lopes mostrou que os traficantes cariocas não são Robin Hoods do morro, mas criminosos que utilizam métodos brutais. A tortura de jornalistas de O Dia por milicianos deu origem à CPI que revelou máfias de bombeiros, policiais civis e policiais militares no comando de comunidades carentes, com o apoio de vereadores, deputados estaduais e até deputados federais. E, finalmente, o ataque sistemático do tráfico a vários pontos da cidade, e a reação subsequente da polícia, “desentocou” um verdadeiro exército armado na Vila Cruzeiro e o expôs para todo mundo ver.

Afinal, por que o Rio de Janeiro é assim?

Uma resposta, a da esquerda naïve, postula que a violência no Rio de Janeiro decorre da miséria e da luta de classes, e diz que para combatê-la é necessário acabar com as diferenças sociais, distribuir a renda e educar a população. Há também a resposta da direita naïve, que reduz a violência do Rio a um problema de repressão e diz que ela se explica pela falta de firmeza da polícia e das leis.

As duas respostas estão erradas, contradizem fatos conhecidos.

A primeira não dá conta de cidades que têm índices de desenvolvimento humanos (IDH) piores do que os do Rio de Janeiro e índices de violência menores. A segunda está na contramão da história, que demonstra que incrementos na repressão podem piorar os índices de violência. Foi assim no governo Marcelo Alencar, quando o Estado adotou a remuneração faroeste e passou a premiar os policiais em função do número de criminosos que “abatiam”. A partir daí, o número de autos de resistência, de policiais que declararam ter matado criminosos que resistiram à prisão, cresceu e continua absurdo até hoje.

Muitas vezes, o passo mais importante para encontrar a solução de um problema é enunciá-lo corretamente. Ônibus 174, Tropa de Elite e Tropa de Elite 2 são uma tentativa de enunciar o problema da segurança pública do Rio de Janeiro a partir da premissa de que a violência carioca resulta, em grande parte, da atuação direta de instituições públicas que convertem miséria em violência. À luz dessa premissa, a violência urbana está relacionada à falta de educação e à concentração de renda, mas a relação não é direta e simples, é intermediada por fatores complexos. Acredito que no Rio o mais importante desses fatores seja o efeito perverso que certas organizações administradas pelo Estado têm sobre parte da população.

Ônibus 174 conta a história de Sandro Rosa do Nascimento, um menino que fugiu de uma tragédia familiar e foi viver nas ruas do Rio. Sandro se tornou um pequeno criminoso para sobreviver. Como menino de rua, viu representantes do Estado (policiais militares) matar crianças como ele na Candelária, foi preso e tratado com extrema violência pelo sistema socioeducativo do Estado, foi espancado e obrigado a conviver com traficantes e criminosos muito mais violentos que ele no Instituto Padre Severino e deu entrada no sistema prisional carioca, onde o Estado o colocou em uma cela superlotada e insalubre. O torturou por anos.

A tese de Ônibus 174, exemplificada pela trajetória de Sandro, é muita clara: as organizações que deveriam reeducar os pequenos criminosos os convertem em criminosos violentos. Não fui eu quem formulou essa tese, diga-se de passagem. Foi o próprio Sandro, que a gritou em altos brados da janela do ônibus para quem quisesse ouvir.

Em Tropa de Elite tentei dizer que a mesma coisa acontece no âmbito da polícia. O Estado trata muito mal os indivíduos que se propõem a trabalhar nas organizações policiais. Paga pouco, treina mal, e os submete a uma cultura organizacional militarizada e kafkiana, que tolera a corrupção e estimula a violência. Como disse o capitão Nascimento: “Quem quer ser polícia no Rio de Janeiro tem que escolher: ou se omite, ou se corrompe, ou vai pra guerra”. Tanto a violência e o desrespeito aos direitos humanos do capitão Nascimento quanto a corrupção desenfreada do capitão Fábio são forjadas no mesmo lugar, pela mesma organização. Certa feita um governador do Rio de Janeiro disse a mim e ao jornalista Rodrigo Pimentel que Tropa de Elite era um filme demasiado pessimista. Em sua opinião, a PM do Rio não era tão corrupta quanto pensávamos. Pelas suas contas, um terço dos policiais do Rio é corrupto, outro terço é honesto, e o restante variava conforme o comando. Se a PM do Rio tem mais de 13 mil homens corruptos, então o problema não são seus homens, é a organização. Os policiais do Rio de Janeiro são vítimas da PM.

A tese de Tropa de Elite, instanciada na trajetória do aspirante André Mathias, é igualmente óbvia: as instituições que deveriam combater a criminalidade convertem boa parte das pessoas que trabalham nelas em policiais corruptos e violentos. Fazem isso com grande eficiência e em altas taxas.

Acredito que cada um dos casos simbólicos que listei, de Vigário Geral à tomada da Vila Cruzeiro, ilustra essa tese. Cada um deles envolve traficantes, policiais corruptos e policiais violentos cuja subjetividade e comportamento criminoso foram moldados por instituições do Estado.

Fiz um terceiro filme, Tropa de Elite 2, para tentar dizer por que o Estado funciona assim. Em Tropa de Elite 2 o capitão Nascimento é promovido a subsecretário de inteligência e obrigado a lidar com as conexões que existem entre a polícia e a política. São essas conexões, muitas vezes calcadas em interesses e lógicas eleitorais, que criam e mantêm as instituições que descrevi nos filmes anteriores.

Voltando ao mundo real, deixo claro que apoio as UPPs e sou favorável a esse projeto do governador Sérgio Cabral. Reconheço que ele é fundamental para recuperar o território que o tráfico tomou. Acredito que o Rio não pode recuar no primeiro confronto. Todavia, acho que o projeto das UPPs é apenas meio projeto, e não um projeto inteiro. Onde está a reforma da polícia? Não a maquiagem, mas a reforma concreta, o programa eficiente de seleção e treinamento de policiais, o programa de capacitação profissional, o pagamento de salários dignos, o seguro saúde e o auxílio-educação para as famílias dos policiais? Onde está a corregedoria que funciona? Onde está a reforma do sistema prisional? A capacitação dos agentes penitenciários? A reforma do sistema socioeducativo? A boa formação dos seus operadores?

O projeto das UPPs é fundamental para a sobrevivência do paciente, mas ignora as causas da doença. Na ausência de uma real reforma das instituições que mencionei, o esforço e o engajamento da população carioca no projeto das UPPs pode ser em vão. Afinal, quem vai ocupar as comunidades libertadas? A mesma polícia que conviveu com o tráfico de drogas na cidade por mais de 30 anos, o viu crescer e se expandir e o deixou se instalar. O projeto das UPPs não é um projeto da polícia, é um projeto do governo. O que garante, no médio ou no longo prazo, quando este governo sair e outro entrar no lugar, que as UPPs não se tornarão áreas de milícia?

Eu me lembro, na ocasião do Ônibus 174, que o então presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, foi à TV prometer um plano nacional capaz de reformar as instituições ligadas à segurança pública em todo o Brasil. Teve dois mandatos para cumprir a promessa, e não o fez. Depois veio o atual presidente Lula, do PT. Apresentou um Plano Nacional de Segurança bem bolado, escrito pelo professor Luiz Eduardo Soares. Estamos ao final do seu segundo mandato e o plano continua engavetado. Finalmente, não vamos esquecer o PMDB, do governador Sérgio Cabral, que em ambos governos nada propôs de significativo na área da segurança. A verdade é que nos últimos 30 anos nossos políticos ficaram vendo inocentes morrer. Lavaram as mãos.

O que aconteceu no Rio de Janeiro nessa semana foi significativo. Creio que vai acontecer de novo se o governador insistir com as UPPs. E, como a Copa do Mundo e a Olimpíada estão aí, não há outra alternativa viável. Os confrontos serão inevitáveis e recorrentes. Espero que esses confrontos sirvam para, além de libertar comunidades carentes, forçar o governo federal a entrar de cabeça na luta contra o crime e implementar um plano de nacional de segurança sério, capaz de resolver de uma vez por todas o problema da segurança pública no Brasil.

(Fonte: José Padilha - Estadão.Com)

NARCOTRÁFICO FOREVER E A CILADA PARA AS FORÇAS ARMADAS

O narcotráfico no Rio de Janeiro não vai acabar. Nem sofrer um baque estrutural, apesar da “guerra” a ele declarada pela administração Serginho Cabral. É sério o risco de desmoralização da parceria do governo fluminense com as Forças Armadas e a Polícia Federal. A presente batalha campal no Complexo do Alemão é apenas mais uma encenação midiático-policial-militar, no pretenso combate do Poder do Estado ao Poder Paralelo das facções criminosas. Na verdade, nada acontecerá contra o Crime Organizado, porque ele só existe na interação entre a máquina estatal e os criminosos – incluindo os políticos que se beneficiam dos esquemas criminosos.

Não importa o resultado da “Batalha do Alemão”. Seus efeitos serão idênticos ao da famosa Batalha de Itararé – aquela que não ocorreu, na década de 30 do século passado. O gerenciamento do narcotráfico apenas vai mudar de mãos. Pouco munda, em essência, na previsível rotatividade da ilegal atividade comercial de venda de drogas e aluguel de armas pesadas. Os traficantes A, da facção X, serão trocados pelos traficantes B, da facção Y. Todos, claro, parceiros do crime estatalmente organizado. Enfim, o que as “Forças de Segurança” fazem agora, no Rio de Janeiro, tem o efeito prático de um profundo enxugamento de gelo.


O narcotráfico não vai ser extinto no Rio e alhures. Por vários motivos simples. Indagar não ofende. Por acaso, a cadeia de consumo das drogas sofreu ou vai sofrer alguma alteração significativa? A demanda pelas drogas diminuiu, para que o tráfico seja extinto pela simplória via do combate armado? A prisão de dezenas de operários do narcotráfico é realmente significativa para acabar com a atividade criminosa? Os verdadeiros sustentáculos da máquina do tráfico realmente foram (ou serão) presos ou tirados definitivamente de circulação? As parcerias internacionais dos vendedores de drogas no Brasil (com grupos guerrilheiros ideologicamente identificados com o Foro de São Paulo) serão combatidas pelo poder vigente?


O narcotráfico é uma atividade econômica altamente lucrativa. Os economistas Sergio Guimarães Ferreira e Luciana Velloso, da subsecretaria estadual de Fazenda, elaboraram, em abril de 2009, o estudo: “A Economia do Tráfico na Cidade do Rio de Janeiro: uma tentativa de calcular o valor do negócio”. Os números da estimativa de consumo anual apavoram: Maconha (90 toneladas). Cocaína (8,8 toneladas). Crack (4,3 toneladas). A Quantidade de delinquentes envolvidos no tráfico é de 16.387 pessoas (estimativa da Polícia Civil).


Faturamento anual do Tráfico (ajustando a subestimativa das pesquisas diretas): Maconha (108,1 milhões de reais). Cocaína (423,2 milhões de reais). Crack (102,1 milhões de reais). Total: 633,4 milhões de reais. Custo Anual Estimado: Pessoal (158,7 milhões de reais). Custo de compra das drogas (193,9 milhões de reais). Armas (24,8 milhões de reais). Perdas por apreensões (19,4 milhões de reais). Total: 396,8 milhões de reais. Lucro operacional: (236,6 milhões de reais). Estudo completo pode ser visto e baixado em:
http://www.fazenda.rj.gov.br .

Tudo nessa guerra exibida midiaticamente é um jogo de ilusão. Ontem, o chefão Luiz Inácio Lula da Silva deixou isto claro - em Georgetown, onde participou de uma cúpula de emergência da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). Avisou que as Forças Armadas mobilizadas nas operações contra a violência no Rio de Janeiro não fariam prisões. Com isto, Lula quis apenas ressaltar que as tropas de elite das Forças Armadas se tornaram meras coadjuvantes, sob comando do Governo e da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Ou seja, na bagunda institucional promovida por Lula e seu ministro da Defesa, Nelson Jobim, o Exército e a Marinha viraram “forças auxiliares”.


As Forças Armadas caíram em uma cilada institucional. A atuação deles nesta operação de Garantia da Lei da Ordem não tem amparo legal. Os políticos não regulamentaram a ação constitucional do Exército, Marinha e da FAB nestas situações de emergência. Se a “batalha” do Alemão demorar demais, a chance de desgaste de imagem para as Forças Armadas é imensa. Se os militares forem obrigados a entram em combate, a vero, gerando “vítimas” no “meio civil” (aliado ou não do narcotráfico), acabarão atacados virulentamente pelos pretensos defensores dos “direitos humanos”, sempre háveis em relacionar as Forças Armadas com ações autoritárias.


Enquanto o pau canta na Cidade Maravilhosa – sendo visto no mundo inteiro -, a Presidenta eleita Dilma Rousseff toma uma decisão previsível. Decide dar continuidade à política internacional do governo Lula – alinhada ideologicamente com o radicalismo socialista na América Latina. Dilma manterá no cargo de Aspone Internacional o ilustre top-top Marco Aurélio Garcia – um dos principais dirigentes do Foro de São Paulo. Garcia fará o meio campo de Dilma com o PT e seus aliados externos. Por isto, tudo vai continuar como dantes, nas bocas de fumo do Abrantes.


Repetir conceitos corretos é preciso. Crime Organizado é a associação entre criminosos e servidores públicos. Sem a proteção do Estado o crime não se organiza. Cada vez mais organizado, o crime joga contra a Ordem Pública, que é o patrimônio jurídico mais importante para a sociedade, pois garante a vida e a liberdade dos cidadãos. Ou seja, agora, no Rio de Janeiro, o crime organizado não é combatido.


O crime organizado corrompe e destrói as instituições – que são a concretização da vontade da Nação (cristalizadora da vontade de um povo). A ação criminosa inviabiliza a Democracia, que é a segurança do direito natural. No Brasil, o sistema delitivo obedece, ideológica e politicamente, a esquemas externos que nos mantêm permanentemente colonizados, sem soberania efetiva. O crime não é um fim. É um meio.


O crime organizado emprega duas sofisticadas modalidades de violência radical. Tudo para minar as instituições e constranger o senso comum a não identificar o verdadeiro inimigo. A intenção é usar o medo como fator de contenção social. Isto dificulta ou impede uma reação efetiva da sociedade. E quem não reage rasteja. Perde qualquer guerra antecipadamente.


A organização criminosa promove a Guerra de 5ª geração. Também chamada de guerra assimétrica, é toda tentativa de origem externa, por quaisquer meios, que objetive minar o cenário político – econômico – tecnológico – psicossocial – ambiental – militar de um País, através de agentes internos ou externos. No teatro de operações carioca, o que se combate agora é o “operariado” do narcovarejo, cujos gerentes custam caro ao contribuinte nos Hotéis de Segurança Máxima. E os verdadeiros chefões dos gerentes, alguém vai combater? Jura que vai?


Ou seja, por todos estes conceitos objetivos, a “batalha” do Alemão vai dar em nada. No Brasil, como bem afirma o provérbio francês, tudo parece que muda para ficar sempre a mesma coisa. O próximo governo apenas dará continuidade a tudo que está aí. Certamente, com pequenas alterações na escalação do time do Crime Organizado. Tomara que os segmentos esclarecidos não caiam em mais uma armadilha do ilusionismo ideológico que comanda a verdadeira Organização Criminosa.


Por enquanto, a sociedade do espetáculo se aliena com uma pretensa guerra que se torna "real" com a colaboração da mídia amestrada tupiniquim. Aonde vamos parar? Nem o herói-fictício Coronel Nascimento saberá responder...


(Fonte: Jorge Serrão - Alerta Total)